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Última Atualização em 28 de setembro de 2026

Concurso TRF6 Juiz está na segunda etapa, e a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgou o resultado definitivo da prova prática de sentença criminal, aplicada em abril de 2026. O certame oferece 28 vagas imediatas para juiz federal substituto, além de cadastro de reserva; para comparar fases e próximos passos de outro tribunal federal, consulte a análise do concurso do TRF 1 e seus resultados.

DadoDetalhe
ÓrgãoTribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6)
CargoJuiz Federal Substituto
BancaFundação Getulio Vargas (FGV)
Vagas28 imediatas e cadastro de reserva
Subsídio inicialR$ 37.765,55
Inscritos2.602 candidatos
Prova objetiva23 de novembro de 2025
Provas escritas19 e 20 de abril de 2026

Com o resultado criminal definitivo publicado, a atenção se volta à conclusão da segunda etapa e às fases seguintes. O ponto central para quem acompanha a seleção é separar o que já foi divulgado do que ainda depende de convocação oficial.

O que foi divulgado até agora?

A FGV tornou definitivo o resultado da sentença criminal, prova aplicada em 20 de abril de 2026. A etapa escrita também incluiu uma prova discursiva e uma sentença cível, realizadas em datas próximas, mas a informação mais recente desta pauta diz respeito à avaliação criminal.

O certame já havia avançado pela prova objetiva, aplicada em Belo Horizonte em 23 de novembro de 2025. O balanço registra 2.602 inscritos, aproximadamente 93 candidatos por vaga imediata. Esse número ajuda a dimensionar a disputa, mas não substitui a análise das notas e dos critérios de classificação.

Para comparar como outro tribunal divulgou o resultado de sentenças e organizou a sequência do certame, veja a cobertura do resultado das sentenças no TJMS. No TRF6, a publicação definitiva encerra uma parte da avaliação escrita, mas não equivale ao resultado final do processo seletivo.

Quais são as vagas e exigências?

O edital oferece 28 vagas imediatas para juiz federal substituto, além de cadastro de reserva. A distribuição contempla ampla concorrência e reservas destinadas a grupos específicos, conforme a seguinte composição:

  • 20 vagas para ampla concorrência;
  • 6 vagas para candidatos negros;
  • 1 vaga para pessoa com deficiência (PcD);
  • 1 vaga para candidatos indígenas.

A candidatura exige bacharelado em Direito, comprovação de pelo menos três anos de atividade jurídica após a colação de grau e aprovação no Exame Nacional da Magistratura (ENAM). A comprovação da atividade jurídica ocorre na inscrição definitiva, não durante a graduação.

O edital considera atividades exercidas exclusivamente por bacharéis em Direito, funções com uso preponderante de conhecimento jurídico, magistério superior e advocacia. Para a advocacia, são exigidos ao menos cinco atos privativos por ano em causas distintas, com documentação comprobatória. Estágio acadêmico não conta.

Conciliadores podem comprovar atividade jurídica quando atuam por pelo menos 16 horas mensais durante um ano. Mediação e arbitragem também aparecem entre as hipóteses aceitas, enquanto a pós-graduação só é admitida nas condições temporais específicas descritas no edital.

Quem ainda está organizando os requisitos para ingressar na magistratura pode consultar a explicação sobre atividade jurídica e necessidade de OAB em concursos para juiz. A conferência cuidadosa dessa documentação evita confundir experiência profissional com atividade juridicamente reconhecida.

Como as provas foram estruturadas?

A seleção começa com prova objetiva de 100 questões, divididas em três blocos, e segue com provas escritas discursiva e práticas de sentença. Na objetiva, cada questão vale 0,1 ponto. A aprovação exige desempenho mínimo por bloco e no total.

BlocoDisciplinas principaisMínimo exigido
I, 40 questõesConstitucional, Previdenciário, Penal, Processo Penal, Econômico e Consumidor12 acertos
II, 30 questõesDireito Civil, Processo Civil, Empresarial, Financeiro e Tributário9 acertos
III, 30 questõesAdministrativo, Ambiental, Internacional, Formação Humanística e Direitos Humanos9 acertos

Além dos mínimos por bloco, o candidato precisa alcançar 60 acertos no total. Como o certame teve mais de 1.500 inscritos, o edital limitou a convocação para a segunda etapa aos 300 candidatos mais bem classificados, observadas as regras de reserva de vagas e os empates previstos.

Nas provas escritas, a discursiva vale 10 pontos e reúne de seis a oito questões abertas, com nota mínima de seis. As sentenças cível e criminal são avaliações distintas. Para avançar, é necessário observar os critérios eliminatórios aplicáveis a cada uma delas.

As provas escritas podem cobrar qualquer disciplina do programa, que reúne legislação, jurisprudência e doutrina. Para acompanhar outra seleção federal com edital e etapas detalhados, consulte o panorama do concurso para juiz federal do TRF5, sem presumir que os cronogramas sejam iguais.

Que legislação merece atenção nas sentenças?

Nas provas práticas, conhecer a lei seca significa localizar a regra aplicável e empregá-la com precisão na solução do caso. A banca permite consulta a códigos e legislação esparsa sem anotações ou comentários. Proíbe, porém, doutrina, súmulas, jurisprudência, informativos, apontamentos pessoais e aparelhos eletrônicos.

Essa permissão não torna dispensável a preparação prévia. O tempo de prova é limitado, e o candidato que depende de procurar cada dispositivo tende a perder espaço para estruturar a fundamentação e redigir uma decisão clara.

Uma revisão útil combina leitura literal com aplicação processual e material, especialmente nas disciplinas que sustentam as sentenças cível e criminal. Para organizar uma preparação de magistratura que também considere o exame de habilitação, o artigo sobre aprovação no ENAM e estudo de lei seca oferece um ponto de comparação pertinente.

Na prática, vale treinar a identificação do pedido, dos fatos juridicamente relevantes, das questões preliminares e da norma aplicável. Em seguida, revise a estrutura da decisão e confira se cada conclusão decorre dos fundamentos expostos, evitando copiar artigos sem conectar a regra ao caso.

Quais etapas ainda faltam?

Depois das provas escritas, o processo seletivo prevê sindicância da vida pregressa, exames de sanidade física e mental e avaliação psicotécnica. As etapas seguintes incluem prova oral, avaliação de títulos e curso de formação, conforme o desenho do certame informado para a seleção.

As datas das próximas convocações não aparecem no cronograma disponível nesta pauta. Por isso, não cabe projetar prazo para prova oral ou resultado final. O candidato deve acompanhar as publicações oficiais do tribunal e da banca, especialmente os atos que convocam para cada fase.

Enquanto aguarda, quem também monitora concursos federais pode comparar situações de tribunais e organizar prioridades no artigo sobre o cenário do TRF 3 e seus próximos editais. A comparação serve para planejar a carreira, não para transportar prazos ou regras de um edital para outro.

Como manter a preparação após o resultado?

O resultado definitivo de uma sentença encerra uma avaliação específica, mas candidatos que seguem na disputa ainda precisam preparar documentos e etapas posteriores. Para quem não avançou, o retorno às provas deve começar por um diagnóstico objetivo: conteúdo desconhecido, falha de interpretação, gestão de tempo ou estrutura de resposta.

Separe os erros por disciplina e volte à legislação correspondente antes de refazer questões. Nas sentenças, registre também os problemas de organização argumentativa e de redação, pois a correção considera conteúdo, desenvolvimento e uso da língua portuguesa.

O subsídio inicial informado para o cargo é de R$ 37.765,55. Esse dado explica o interesse pela carreira, mas a decisão de investir nela deve considerar os requisitos, a extensão das etapas e o tempo necessário para construir domínio consistente das matérias.

Para reforçar a revisão de legislação federal usada em concursos jurídicos, conheça a assinatura ilimitada do Decorando a Lei Seca. O acesso oferece um caminho geral de estudo da lei seca, sem prometer preparação exclusiva para este certame.

O resultado definitivo da sentença criminal esclarece um marco importante, enquanto a convocação das etapas seguintes definirá o próximo prazo concreto. Se a preparação continua, use a lei seca como base recorrente e considere a assinatura ilimitada para estudar a legislação federal cobrada em seleções como o Concurso TRF6 Juiz.

Nota sobre nossos materiais: A base da nossa plataforma é a legislação federal, o verdadeiro ‘núcleo duro’ de qualquer concurso. Como criamos trilhas focadas constantemente, verifique em nosso site se já disponibilizamos um roteiro específico para este certame. Caso não haja uma trilha dedicada, você ainda pode utilizar nossa assinatura ilimitada para dominar as disciplinas federais que representam a maior parte da sua nota. Para acompanhar o Concurso TRF6 Juiz, mantenha a revisão das normas federais alinhada às etapas publicadas.

Decorando a Lei Seca

Decora é um cérebro simpático e cheio de sabedoria, dedicado a tornar o aprendizado da Lei Seca mais acessível e divertido. Com um método inovador de memorização, ele transforma conceitos complexos em algo simples e criativo, ajudando estudantes a superarem os desafios do mundo dos concursos. Sua jornada como mentor e guia educacional o tornou uma lenda no mundo jurídico, sempre com o objetivo de tornar o estudo mais leve e eficaz para todos.