Última Atualização em 18 de agosto de 2026
O Concurso TJ MS tem o resultado definitivo das provas práticas de sentença disponível para consulta individual, e os candidatos convocados devem realizar a inscrição definitiva entre 2 e 23 de setembro. A seleção para Juiz Substituto segue para as etapas finais, enquanto o candidato pode comparar esse estágio com o resultado da sentença em outro concurso de magistratura.
Organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o certame reuniu 2.870 inscritos para 15 vagas imediatas e cadastro de reserva. Confira a situação atual, os requisitos, o cronograma e a forma mais segura de priorizar a legislação cobrada nas próximas fases.
| Dado | Detalhe |
|---|---|
| Órgão | Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul |
| Banca | Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| Cargo | Juiz Substituto |
| Vagas | 15 imediatas e cadastro de reserva |
| Inscritos | 2.870 candidatos, com 191,3 candidatos por vaga |
| Remuneração inicial | R$ 32.289,54 |
| Escolaridade | Bacharelado em Direito e três anos de atividade jurídica |
| Provas escritas | Discursiva, sentença cível e sentença criminal |
| Inscrição definitiva | De 2 a 23 de setembro |
A partir dessa etapa, a atenção deixa de estar apenas na prova escrita e passa a incluir documentação, investigação e preparação para a arguição oral.
Qual é a situação atual?
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul já aplicou as provas escritas e disponibilizou o resultado definitivo das duas provas práticas de sentença.
As avaliações ocorreram em Campo Grande, na Universidade Católica Dom Bosco, nos dias 8 e 9 de março de 2026. A primeira data concentrou a prova discursiva e a sentença cível. A sentença criminal ocorreu no dia seguinte.
A página oficial da FGV para a seleção concentra as publicações da banca e a consulta individual dos resultados. O candidato aprovado nessa fase deve acompanhar a convocação para a inscrição definitiva.
- Resultado definitivo da primeira prova escrita: publicado em 11 de junho de 2026;
- Sessão pública das notas: realizada em 19 de junho de 2026, às 14 horas, em Campo Grande;
- Resultado definitivo das sentenças: disponível para consulta individual;
- Inscrição definitiva: prevista para o período de 2 a 23 de setembro;
- Prova oral, títulos e resultado final: ainda sem datas definidas.
O próximo cuidado prático é reunir a documentação exigida e acompanhar cada convocação. A aprovação escrita não encerra o procedimento de ingresso.
O que o edital oferece?
O edital abriu 15 vagas imediatas para Juiz Substituto, além de cadastro de reserva, em uma seleção que recebeu 2.870 inscrições.
A concorrência informada foi de 191,3 candidatos por vaga. Esse número traduz a pressão da seleção, mas não substitui a análise individual da nota e do desempenho nas sentenças.
Para quem acompanha oportunidades semelhantes, o histórico de vagas e intervalos do concurso do TJMS ajuda a separar o certame em andamento das expectativas sobre futuras edições.
Quanto recebe o juiz substituto?
A remuneração inicial informada para o cargo é de R$ 32.289,54. A estrutura remuneratória apresentada para a magistratura inclui os seguintes valores:
| Cargo | Remuneração |
|---|---|
| Juiz Substituto | R$ 32.289,54 |
| Juiz de Direito, 1ª Entrância | R$ 35.877,27 |
| Juiz de Direito, 2ª Entrância | R$ 37.765,55 |
| Juiz de Direito, Entrância Especial | R$ 39.753,21 |
| Desembargador | R$ 41.845,49 |
Também foram mencionados auxílio-alimentação, auxílio-transporte, assistência médica, assistência pré-escolar e exames periódicos, sem valores individuais informados.
A remuneração atrai candidatos experientes. Porém, a exigência técnica das provas torna a preparação legislativa uma tarefa permanente, inclusive depois da aprovação objetiva.
Quem pode disputar a vaga?
O candidato ao cargo de Juiz Substituto precisa comprovar formação jurídica, atividade profissional compatível e condições formais previstas no edital.
O acompanhamento dos requisitos em concursos estaduais de magistratura é útil para evitar uma falha comum: estudar para a prova sem verificar a documentação exigida na inscrição definitiva.
- Formação: diploma de bacharel em Direito;
- Atividade jurídica: três anos comprovados até a inscrição definitiva;
- Idade: mínimo de 23 anos e máximo de 65 anos, conforme as informações do certame;
- Regularidade: estar em dia com as obrigações eleitorais e militares.
A atividade jurídica pode incluir advocacia, cargos que exijam conhecimento jurídico e magistério jurídico. A atuação como conciliador, mediador ou árbitro também aparece entre as hipóteses. É preciso cumprir os requisitos temporais e de carga horária.
Na advocacia, a referência apresentada exige pelo menos cinco atos anuais em causas distintas. Guardar certidões, declarações e comprovantes desde cedo reduz o risco de atraso na fase documental.
Quais fases ainda faltam?
O concurso de ingresso na magistratura estadual é dividido em etapas sucessivas. Cada uma exige uma forma específica de preparação.
A estrutura segue o modelo regulamentar do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que organiza a seleção em cinco grandes fases:
- Primeira etapa: prova objetiva seletiva;
- Segunda etapa: prova discursiva e provas práticas de sentença;
- Terceira etapa: inscrição definitiva, sindicância, exames médicos e avaliação psicológica;
- Quarta etapa: prova oral;
- Quinta etapa: avaliação de títulos.
Como as provas objetiva e escrita já foram realizadas, a preparação atual precisa combinar conferência documental, revisão legislativa e treino de exposição oral.
O panorama de concursos para juiz em 2026 permite comparar etapas e identificar quais disciplinas continuam úteis em diferentes tribunais.
Como estudar a legislação cobrada?
A prova objetiva distribuiu 100 questões em três blocos. Essa divisão oferece um roteiro concreto para revisar a legislação federal.
| Bloco | Disciplinas | Questões |
|---|---|---|
| I | Direito Civil, Processo Civil, Direito do Consumidor e Estatuto da Criança e do Adolescente | 40 |
| II | Direito Penal, Processo Penal, Direito Constitucional e Direito Eleitoral | 30 |
| III | Direito Empresarial, Direito Tributário, Direito Ambiental, Direito Administrativo e formação humanística | 30 |
A sentença cível exige leitura atenta da legislação processual e material aplicável ao caso. A sentença criminal acrescenta tipicidade, dosimetria, causas de extinção e regras processuais.
Para transformar o conteúdo em revisão, organize o estudo em quatro movimentos:
- Mapeie os dispositivos: separe a legislação por bloco e marque os artigos diretamente ligados às matérias do edital;
- Leia a lei seca: revise caput, parágrafos, incisos e exceções, pois a banca altera justamente esses detalhes;
- Resolva questões: confronte o texto legal com o modo como a FGV formula alternativas e casos práticos;
- Revise os erros: registre o dispositivo confundido e retorne a ele em ciclos curtos.
O estudo da lei seca fica mais eficiente quando a questão errada leva de volta ao artigo correspondente. Isso é mais produtivo do que gerar apenas uma anotação genérica.
Essa lógica se aproxima da análise de resultado de objetiva e legislação cobrada na magistratura, que ajuda a conectar desempenho e revisão.
Como acompanhar as próximas convocações?
O candidato habilitado precisa acompanhar a página da banca e as publicações do tribunal. As datas da prova oral, dos títulos e do resultado final ainda não foram definidas.
O resultado de uma etapa pode alterar a rotina da seguinte. Por isso, a organização deve incluir:
- Documentos: reúna comprovantes de atividade jurídica e certidões solicitadas;
- Legislação: mantenha a leitura dos diplomas ligados aos blocos da objetiva e às sentenças;
- Oralidade: pratique respostas curtas, fundamentadas e organizadas por problema jurídico;
- Publicações: acompanhe editais de convocação, prazos e orientações para cada fase.
A experiência de quem monitora o resultado final de concursos de juiz mostra a importância de não abandonar o acompanhamento após a prova escrita.
Como manter a preparação ativa?
O intervalo entre a divulgação das sentenças e as próximas fases favorece uma revisão objetiva. Isso é especialmente válido para quem precisa conciliar trabalho, atividade jurídica e estudos.
O Decorando a Lei Seca organiza a legislação federal em uma plataforma voltada à leitura, à revisão e à resolução de questões, sem criar um material exclusivo para este tribunal. A proposta atende disciplinas que aparecem em diferentes concursos jurídicos e permite manter constância quando o cronograma oficial muda.
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