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Última Atualização em 18 de agosto de 2026

O Concurso TRF5 tem edital publicado para Juiz Federal Substituto, com 11 vagas imediatas e cadastro de reserva. O subsídio inicial é de R$ 37.765,55, e a prova objetiva ocorrerá em 29 de novembro de 2026.

A organização cabe à Fundação Getulio Vargas (FGV), e o cenário pode ser comparado com o mapa de concursos para juiz federal nos tribunais regionais. Confira o cronograma, os requisitos, as etapas e a legislação que deve orientar a preparação.

DadoDetalhe
ÓrgãoTribunal Regional Federal da 5ª Região
CargoJuiz Federal Substituto
BancaFundação Getulio Vargas
Vagas11 imediatas e cadastro de reserva
Subsídio inicialR$ 37.765,55
InscriçõesDe 28 de agosto, às 16h, a 28 de setembro de 2026, às 16h
TaxaR$ 350
Prova objetiva29 de novembro de 2026, das 13h às 18h
Provas escritas21 e 22 de fevereiro de 2027, em datas previstas

O cargo alcança a Justiça Federal de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. A distribuição regional interfere na futura lotação e exige atenção ao planejamento de carreira.

Quando serão as inscrições e provas?

As inscrições do certame serão feitas exclusivamente pela internet, no portal da FGV, dentro do horário oficial de Brasília. O prazo começa em 28 de agosto e termina em 28 de setembro de 2026.

O candidato deve gerar a Guia de Recolhimento da União (GRU) ao concluir o requerimento. O pagamento da taxa de R$ 350 pode ser realizado até 29 de setembro de 2026.

  • Pedido de isenção: de 28 de agosto, às 16h, a 1º de setembro de 2026, às 16h;
  • Encerramento das inscrições: 28 de setembro de 2026, às 16h;
  • Pagamento da taxa: até 29 de setembro de 2026;
  • Prova objetiva seletiva: 29 de novembro de 2026, das 13h às 18h;
  • Provas escritas: 21 e 22 de fevereiro de 2027, conforme as datas previstas no edital.

A seleção terá aplicação da prova objetiva e das provas escritas em Aracaju, Fortaleza, João Pessoa, Maceió, Natal e Recife. As demais etapas ocorrerão em Recife, segundo o cronograma divulgado.

O detalhamento da banca e das vagas já havia sido acompanhado em uma análise sobre a estrutura prevista para a magistratura federal do TRF5. Agora, a publicação do edital transforma a expectativa em calendário de estudo.

Quais vagas e requisitos foram definidos?

O cargo oferecido é o de Juiz Federal Substituto da 5ª Região, com 11 vagas imediatas e formação de cadastro de reserva. A distribuição inicial reúne sete vagas para ampla concorrência, uma para pessoas com deficiência e três para candidatos negros.

As reservas para pessoas com deficiência correspondem a 10% das vagas. A política destinada a candidatos negros, indígenas e quilombolas alcança 30%. Essa parcela se divide em 25% para negros, 3% para indígenas e 2% para quilombolas.

  • Ser brasileiro nato ou naturalizado, ou português amparado pelo estatuto de igualdade;
  • Ter menos de 70 anos na data da posse;
  • Possuir bacharelado em Direito por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC);
  • Comprovar três anos de atividade jurídica após a obtenção do grau de bacharel;
  • Estar quite com as obrigações eleitorais e militares, quando aplicável;
  • Estar no gozo dos direitos civis e políticos;
  • Demonstrar idoneidade moral, sanidade física, saúde mental e equilíbrio psicoemocional;
  • Ser aprovado em todas as etapas e apresentar os documentos exigidos.

A inscrição preliminar depende do certificado de habilitação no Exame Nacional da Magistratura (ENAM). O documento é emitido pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), observada a validade aplicável.

Para organizar essa exigência em conjunto com o restante da carreira, vale consultar a explicação sobre habilitação no ENAM e seus efeitos para a magistratura. O certificado precisa entrar no planejamento antes do protocolo da inscrição.

Como comprovar a atividade jurídica?

A atividade jurídica exigida para a magistratura federal deve ser posterior à conclusão do bacharelado em Direito. O edital considera diferentes formas de experiência, desde que comprovadas na fase própria.

Entre as possibilidades estão o exercício da advocacia, cargos ou funções que exijam conhecimento jurídico preponderante, magistério superior jurídico, conciliação, mediação e arbitragem.

  • O período de estágio acadêmico não conta para os três anos exigidos;
  • Atividades anteriores à obtenção do grau de bacharel também ficam fora da contagem;
  • A documentação deve demonstrar o período, a natureza da atividade e o vínculo correspondente.

Esse requisito costuma eliminar candidatos que estudam bem, porém deixam a comprovação para a última hora. Separe certidões, declarações e registros profissionais durante a preparação, evitando decisões administrativas sob pressão.

Quanto recebe o juiz federal substituto?

O subsídio inicial do Juiz Federal Substituto foi fixado em R$ 37.765,55. O valor aparece no edital como remuneração inicial da carreira, sem decomposição em vencimento básico e parcelas auxiliares.

O cargo também envolve um curso de formação inicial, realizado depois da posse pela Escola de Magistratura Federal da 5ª Região. O edital esclarece que esse curso não constitui etapa do concurso.

Concluída a formação, os magistrados poderão ser lotados em uma das seis seções judiciárias vinculadas ao tribunal. A classificação e a necessidade do serviço orientam essa definição.

Para comparar remuneração, etapas e exigências de diferentes tribunais, o levantamento sobre editais de concursos para juiz em 2026 ajuda a enxergar as diferenças entre carreiras.

Como funcionam as etapas do concurso?

A seleção possui cinco etapas sucessivas, com exigências diferentes de domínio legislativo, escrita jurídica, exposição oral e comprovação documental.

  1. Prova objetiva seletiva: etapa eliminatória e classificatória, com questões de múltipla escolha;
  2. Provas escritas: prova discursiva e duas sentenças, uma cível e outra criminal;
  3. Terceira etapa: inscrição definitiva, investigação social, sindicância da vida pregressa e exames de saúde e psicotécnico;
  4. Prova oral: etapa eliminatória e classificatória, realizada em momento posterior;
  5. Avaliação de títulos: fase classificatória, conforme os documentos aceitos pelo edital.

As provas escritas estão previstas para 21 e 22 de fevereiro de 2027. No primeiro dia, haverá prova discursiva pela manhã e sentença civil à tarde. No segundo, será aplicada a sentença criminal.

O artigo sobre método de estudo para concursos da magistratura complementa essa visão, especialmente para quem precisa dividir tempo entre objetiva, discursiva e sentença.

O que cai na prova objetiva?

A prova objetiva terá 100 questões, cada uma com cinco alternativas e apenas uma resposta correta. O conteúdo será distribuído em três blocos, com nota mínima individual e exigência de desempenho total.

BlocoDisciplinasMínimo
IConstitucional, Previdenciário, Penal, Processo Penal, Direito Econômico e Proteção ao Consumidor12 acertos
IICivil, Processo Civil, Empresarial, Financeiro e Tributário9 acertos
IIIAdministrativo, Ambiental, Internacional, Formação Humanística e Direitos Humanos9 acertos

Além dos mínimos por bloco, o candidato precisa alcançar 60 acertos no total. Em concursos com mais de 1.500 inscritos, o edital prevê limite de classificação para a segunda etapa, com regras próprias para cotas e empates.

Como priorizar a legislação na revisão?

A legislação federal sustenta grande parte da prova objetiva e reaparece nas respostas discursivas e nas sentenças. A revisão deve partir dos dispositivos vinculados às disciplinas do edital, sem transformar o estudo em leitura aleatória.

Comece pelos textos constitucionais, penais, processuais, civis, administrativos, tributários e previdenciários. Depois, avance para os diplomas especiais ligados ao conteúdo econômico, ambiental, internacional e de direitos humanos.

  • Leia o dispositivo legal completo antes de marcar exceções e remissões;
  • Registre artigos com prazos, competências, requisitos, efeitos e hipóteses de cabimento;
  • Resolva questões depois da leitura, identificando a palavra que altera o sentido da regra;
  • Retorne ao texto legal após cada erro, pois a correção precisa explicar o dispositivo cobrado.

O método descrito em como estudar lei seca com leitura, revisão e questões ajuda a converter um programa extenso em ciclos controláveis.

A FGV costuma exigir atenção à literalidade, às exceções e à articulação entre institutos. Por isso, o candidato deve evitar resumos que eliminem condições, prazos ou ressalvas presentes no texto normativo.

Como organizar o estudo até novembro?

O prazo entre a abertura das inscrições e a prova objetiva exige seleção de prioridades. Um cronograma eficiente distribui as disciplinas por blocos e reserva espaço para erros recorrentes.

  1. Mapeie o edital: separe as disciplinas por bloco e identifique o contato recente com cada matéria;
  2. Monte ciclos: alterne leitura legislativa, questões e revisão, evitando concentrar uma área por muitos dias;
  3. Controle os mínimos: acompanhe o desempenho de cada bloco, porque uma boa média geral não compensa insuficiência isolada;
  4. Inclua escrita: pratique dissertação e sentenças desde já, mesmo com prioridade inicial na objetiva;
  5. Revise por erros: transforme cada falha em um ponto de retorno ao dispositivo legal.

O panorama de concursos para juiz em 2026 também ajuda a decidir se o TRF5 será o foco principal ou parte de uma estratégia de carreira jurídica.

O estudo fica mais consistente quando o candidato mede acertos por bloco e registra a origem dos erros. Reduzir gradualmente o intervalo entre leitura e revisão também acelera a consolidação. A pressa não substitui a repetição bem controlada.

Qual é o próximo passo para o candidato?

O edital exige preparação simultânea para conteúdo extenso, prova objetiva, escrita jurídica, atividade documental e habilitação no ENAM. Adiar a legislação para depois da inscrição reduz o tempo disponível para corrigir lacunas.

O acompanhamento de outros editais, como o painel de concursos para juiz e seus diferentes estágios, pode ampliar a visão do candidato sem dispersar o ciclo principal.

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Decorando a Lei Seca

Decora é um cérebro simpático e cheio de sabedoria, dedicado a tornar o aprendizado da Lei Seca mais acessível e divertido. Com um método inovador de memorização, ele transforma conceitos complexos em algo simples e criativo, ajudando estudantes a superarem os desafios do mundo dos concursos. Sua jornada como mentor e guia educacional o tornou uma lenda no mundo jurídico, sempre com o objetivo de tornar o estudo mais leve e eficaz para todos.