Última Atualização em 20 de agosto de 2026
O concurso DPE RJ tem 35 vagas para Defensor Público Substituto, prova objetiva em 30 de agosto de 2026 e remuneração inicial de R$ 34.279,28. A seleção é organizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), e as inscrições já foram encerradas.
A prova preliminar terá 90 questões, distribuÃdas em três blocos de disciplinas. Para estudar com prioridade, consulte também a análise da legislação de defensor público por banca, que ajuda a separar leitura indispensável de conteúdo secundário.
| Dado | Detalhe |
|---|---|
| Órgão | Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro |
| Banca | Fundação Getulio Vargas, FGV |
| Vagas | 35 imediatas, além de cadastro de reserva |
| Cargo | Defensor Público Substituto |
| Escolaridade | Bacharelado em Direito e três anos de atividade jurÃdica |
| Remuneração inicial | R$ 34.279,28 |
| Inscrições | De 8 de junho a 7 de julho de 2026 |
| Prova objetiva | 30 de agosto de 2026, no Rio de Janeiro |
Com as inscrições encerradas, a preparação precisa mudar de ritmo. O candidato deve revisar a literalidade, resolver questões e preservar tempo para as fases seguintes.
Qual é a situação do certame?
O XXIX Concurso para Ingresso na Classe Inicial da Carreira de Defensor Público do Estado do Rio de Janeiro está na fase imediatamente anterior à prova preliminar objetiva.
A organização da FGV exige atenção especial ao modo como a banca formula alternativas. A leitura isolada da lei ajuda. Porém, a aprovação depende de reconhecer exceções, requisitos e consequências dentro de enunciados extensos.
O certame registrou 7.560 candidatos inscritos para 35 oportunidades imediatas. A relação informada chega a aproximadamente 216 candidatos por vaga, sem incluir a disputa pelo cadastro de reserva.
Quem acompanha a evolução desse tipo de seleção pode comparar os dados atuais com o acompanhamento anterior da seleção fluminense. A comparação é útil porque mostra como inscrições, cronograma e foco de estudo mudam durante o ciclo.
Quais são as datas da seleção?
O cronograma concentra os principais eventos entre junho e agosto de 2026, com a prova objetiva marcada para o fim desse perÃodo.
- Publicação do edital: 1º de junho de 2026;
- Inscrições: de 8 de junho a 7 de julho de 2026;
- Solicitação de isenção: de 8 de junho a 10 de julho de 2026;
- Pagamento da taxa: até 8 de julho de 2026;
- Prova preliminar objetiva: 30 de agosto de 2026.
A prova será aplicada na cidade do Rio de Janeiro. O candidato deve reservar a reta final para revisões curtas. A extensão do programa dificulta recuperar assuntos abandonados na última semana.
Para ampliar a visão sobre decisões de banca e preparação antes da prova, vale conhecer a comparação entre bancas de defensorias estaduais. O perfil da organizadora interfere no modo de revisar a lei seca.
Quais são as vagas e os requisitos?
O cargo ofertado é o de Defensor Público Substituto, com 35 vagas imediatas e formação de cadastro de reserva.
O edital prevê reserva de oportunidades para ações afirmativas e inclusão social. A distribuição indicada compreende 5% para Pessoas com Deficiência (PcD), 30% para candidatos negros e indÃgenas e 10% para candidatos com hipossuficiência econômica.
O requisito acadêmico é o bacharelado em Direito. Também é necessário comprovar três anos de atividade jurÃdica, conforme o momento definido para a inscrição definitiva e as regras do edital.
Entre as formas de comprovação aparecem o exercÃcio da advocacia, inclusive pro bono, o estágio jurÃdico credenciado por pelo menos dois anos e o desempenho de função que exija formação jurÃdica.
O exercÃcio da advocacia exige comprovação de participação anual mÃnima em cinco atos privativos, em causas ou questões distintas. A documentação precisa ser organizada com antecedência. A inscrição definitiva examina requisitos, vida pregressa e idoneidade moral.
Para comparar exigências de carreira e atividade jurÃdica, consulte também a análise sobre os requisitos de outro cargo de defensor público. A leitura ajuda a identificar pontos que costumam exigir documentação cuidadosa.
Como funcionam as etapas?
O concurso é composto por cinco etapas, com provas eliminatórias, classificatórias e análise documental antes da nomeação.
- Prova objetiva: avaliação eliminatória e classificatória, com 90 questões de múltipla escolha;
- Provas especÃficas dissertativas: avaliações escritas, questões discursivas e possÃveis peças processuais;
- Provas orais: arguições públicas sobre as disciplinas previstas no programa;
- Inscrição definitiva: conferência do diploma, da atividade jurÃdica, da vida pregressa e da idoneidade moral;
- Prova de tÃtulos: etapa classificatória, com pontuação máxima de 10 pontos.
A objetiva terá cinco alternativas por questão e apenas uma resposta correta. Na ampla concorrência, a nota mÃnima informada é de 59 acertos. Candidatos das vagas reservadas precisam alcançar 45.
As provas orais serão gravadas em áudio e vÃdeo. A avaliação considera domÃnio técnico, argumentação, raciocÃnio jurÃdico, clareza e conhecimento das matérias exigidas.
A etapa de tÃtulos pode somar até 10 pontos à média final. ExercÃcio em carreiras jurÃdicas vale até 3 pontos, doutorado chega a 2 pontos e mestrado ou magistério superior concursado alcança 1,5 ponto.
Também aparecem pontuações para atuação como analista processual da Defensoria Pública, aprovação em concurso jurÃdico, pós-graduação, residência jurÃdica, estágio oficial e publicações qualificadas.
O acompanhamento das fases posteriores fica mais claro quando comparado com as etapas avançadas de uma seleção para defensor. Essa leitura ajuda a evitar que a preparação termine na objetiva.
Quais leis merecem prioridade?
A prova objetiva reúne quinze disciplinas em três blocos. A prioridade deve considerar o edital, a literalidade e o padrão de cobrança da FGV.
| Bloco | Disciplinas |
|---|---|
| I | Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito do Consumidor, Tutela Coletiva e Direito Empresarial |
| II | Direito Penal, Direito Processual Penal, Execução Penal e Criminologia |
| III | Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direitos Humanos, Direito da Criança, do Adolescente e do Idoso e princÃpios institucionais da Defensoria Pública |
Na reta final, a lei seca precisa ser lida em ciclos curtos e acompanhada por questões. O candidato deve marcar prazos, legitimidade, competências, efeitos jurÃdicos e hipóteses de exceção.
O bloco penal exige atenção à Execução Penal e aos dispositivos que regulam direitos, deveres, faltas e benefÃcios. No bloco constitucional, a estrutura institucional da Defensoria Pública merece leitura direta, sem depender apenas de resumos.
Direito Processual Civil, Direito Processual Penal e Tutela Coletiva pedem uma revisão orientada por situações práticas. A FGV pode trocar uma palavra do comando e alterar completamente a resposta correta.
Na organização da revisão, o candidato pode combinar material impresso com uma comparação entre plataforma e PDF para estudar legislação. O critério deve ser velocidade de consulta, registro de erros e capacidade de retomar dispositivos.
Uma sequência eficiente começa pelos assuntos com maior presença no programa e termina pelos pontos de menor familiaridade. O banco de questões funciona como diagnóstico, enquanto a leitura literal corrige a lacuna encontrada.
Como organizar a reta final?
O candidato precisa distribuir a preparação entre revisão, questões e treino discursivo. A seleção continua depois da prova objetiva.
- Reserve blocos diários para leitura direta dos dispositivos mais recorrentes;
- Resolva questões da FGV e registre a razão de cada erro;
- Alterne disciplinas dos três blocos para evitar concentração excessiva;
- Separe momentos semanais para peças, respostas discursivas e exposição oral;
- Revise os requisitos documentais antes da inscrição definitiva.
O método ganha força quando cada erro gera uma ação concreta. Uma alternativa confundida por exceção pede releitura do artigo. Uma dúvida conceitual exige retorno ao conteúdo estruturado.
Essa combinação reduz a sensação de volume infinito e transforma o edital em uma fila de decisões. Na reta final, estudar tudo com a mesma intensidade costuma custar pontos nos assuntos mais previsÃveis.
Como continuar o estudo da legislação?
A assinatura ilimitada do Decorando a Lei Seca pode apoiar a revisão da legislação federal cobrada em carreiras jurÃdicas, inclusive nas disciplinas presentes nesta seleção.
O foco deve permanecer na leitura objetiva, na retomada dos dispositivos e na identificação das armadilhas que aparecem nas questões. A plataforma entra como ferramenta de organização, sem substituir a análise do edital e das regras da banca.
Para dominar a legislação cobrada em provas como o concurso DPE RJ, conheça a proposta e os recursos disponÃveis na assinatura ilimitada do Decorando a Lei Seca, escolhendo uma rotina compatÃvel com o tempo até a prova.
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