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Última Atualização em 28 de setembro de 2026

O Concurso ALEPA PA teve extratos de edital publicados no Diário Oficial da Assembleia Legislativa do Pará em 28 de setembro de 2026. Segundo o documento, a seleção será organizada pela Fundação Centro de Estudos, Treinamento e Avaliação de Pessoas (CETAP) e prevê 135 vagas de níveis médio e superior, incluindo cinco para procurador. Para transformar o edital em prioridades de leitura, aplique um método de priorização da lei seca por edital e banca.

O extrato marca a abertura do ciclo, mas a preparação precisa separar os dados confirmados das escolhas de estudo. A seguir, estão a distribuição das oportunidades, os vencimentos básicos divulgados e uma forma segura de aproveitar o histórico sem presumir que o novo programa repetirá o anterior.

DadoDetalhe
ÓrgãoAssembleia Legislativa do Estado do Pará
SituaçãoExtratos dos editais publicados em 28 de setembro de 2026
BancaFundação CETAP
Total de oportunidades135, sendo 130 para cargos de níveis médio e superior e cinco para procurador
Taxas previstas no contratoR$ 118 para cargos de nível superior e R$ 98 para nível médio
Vencimento básico indicadoR$ 3.697,73 para nível superior e R$ 2.295,22 para nível médio, além de gratificações

A publicação do extrato não define, por si só, o período de inscrição nem o dia da prova. Esses marcos e o conteúdo programático devem ser organizados a partir do edital integral. Ele orienta a preparação sem depender de suposições.

O que o extrato já confirma

O extrato do certame confirma a contratação da Fundação CETAP e a oferta de cargos efetivos em diferentes áreas da Assembleia. A publicação ocorreu em 28 de setembro, no Diário Oficial da própria ALEPA, e alcança carreiras de nível médio, superior e procuradoria.

Como ainda é necessário distinguir o anúncio resumido das regras completas, anote apenas o que altera decisões imediatas: a banca, os grupos de escolaridade e a quantidade total de oportunidades. O roteiro de leitura após a publicação de um edital ajuda a transformar esses dados em uma lista de conferência. Assim, você não começa a revisão por matérias escolhidas ao acaso.

Não há datas de inscrição ou prova no resumo divulgado. Quando o edital integral estiver disponível, localize primeiro calendário, requisitos, etapas, conteúdo por cargo e critérios de aprovação. Depois, distribua o tempo conforme o peso efetivo de cada disciplina.

Como se dividem as vagas

As 135 vagas se distribuem entre assessoramento legislativo, análise legislativa, apoio técnico e procuradoria. A maior parcela está em Assistência Legislativa, com 44 oportunidades, enquanto a área de nível médio reúne 17 vagas.

Grupo e cargosVagasEscolaridade e requisito informado
Procurador5Graduação em Direito e registro profissional
Assessoramento: Consultor, Assessor Técnico e Técnico Legislativo50Nível superior; formação e registro variam conforme o cargo
Analista Legislativo: Auditoria, Programação, Medicina, Engenharia, Contabilidade, Biblioteconomia, Análise de Sistemas, Administração e áreas de plenário e assistência63Nível superior; requisitos específicos variam por especialidade
Auxiliar Técnico Legislativo: Assistência de Plenário, Central Telefônica, Patrimônio e Assistência Administrativa17Conclusão do ensino médio
Total135Níveis médio e superior

Nos cargos de Analista, as especialidades incluem seis vagas para Medicina, três para Biblioteconomia e duas para Administração. Várias outras áreas têm uma vaga cada. A leitura comparada de cargos de servidores de uma carreira pública pode ajudar a separar exigências gerais de requisitos próprios de cada função. A formação exigida deve ser conferida cargo a cargo.

Para quem disputa nível médio, as 14 vagas de Assistência Administrativa concentram a maior parte das oportunidades desse grupo. Já candidatos de nível superior precisam observar o nome exato da especialidade. Uma graduação ampla não substitui eventual registro profissional exigido.

Qual é o vencimento inicial

O contrato informa vencimento básico de R$ 3.697,73 para nível superior e de R$ 2.295,22 para nível médio, com gratificações acrescidas. Como os valores dessas parcelas não foram discriminados no resumo, não é possível calcular a remuneração total com precisão.

Essa distinção evita uma pegadinha comum na leitura de concursos: vencimento básico e remuneração final não são necessariamente a mesma quantia. A análise de remuneração e informações financeiras de outro edital também mostra por que cada parcela deve ser identificada separadamente. Não some valores que o documento não especifica.

As taxas previstas no contrato são de R$ 118 para cargos de nível superior e R$ 98 para nível médio. O dado ajuda a estimar o custo de inscrição. Mesmo assim, o candidato deve observar no edital integral a taxa correspondente ao cargo escolhido e as regras de pagamento.

O que o concurso anterior ensina

O último concurso mencionado para a Assembleia ocorreu em 2006, e seu formato oferece contexto, não uma previsão garantida da nova prova. Naquele certame, a etapa objetiva tinha questões de múltipla escolha e exigia aproveitamento mínimo de 60% dos pontos.

Para os níveis fundamental e médio, a prova anterior somava 40 questões: dez de Língua Portuguesa, dez de Matemática, cinco de Direito Constitucional, cinco de Direito Administrativo e dez de legislação da Assembleia. No nível superior, eram 50 questões, com dez de Português, cinco de Constitucional, cinco de Administrativo, dez de legislação institucional e vinte de conhecimentos específicos.

A prova prática foi aplicada a funções técnicas específicas, como Digitador, Redator de Plenário e Taquígrafo. A avaliação de títulos, por sua vez, era classificatória para candidatos de nível superior classificados na objetiva. Ela era limitada a até cinco vezes o número de vagas.

O ponto útil para a preparação atual é reconhecer áreas que já apareceram, sem tratar a repetição como certa. O estudo de legislação com foco na literalidade e nas armadilhas de prova ajuda a transformar esse histórico em revisão ativa. O novo conteúdo programático deve prevalecer assim que publicado.

Como priorizar a lei seca

A legislação cobrada deve ser priorizada a partir do cargo e do conteúdo programático, não apenas do nome da banca. O histórico de 2006 sugere atenção a Direito Constitucional, Direito Administrativo e normas da Assembleia. Isso não confirma que esses tópicos estarão no novo edital.

Quando o documento integral estiver disponível, use esta sequência para reduzir dispersão e proteger o tempo de revisão:

  1. Separe o programa por cargo, pois as disciplinas específicas variam entre procuradoria, analista, assessoramento e apoio técnico;
  2. Marque as normas expressamente indicadas, distinguindo legislação federal, estadual e regras internas da Assembleia;
  3. Priorize dispositivos e temas previstos, usando o peso das disciplinas e a quantidade de questões quando o edital informar esses critérios;
  4. Revise com questões e retorno à lei, registrando os artigos que geram erro e conferindo a redação vigente antes de memorizar;
  5. Atualize o plano após retificações, porque qualquer alteração oficial pode mudar o recorte de estudo.

Essa ordem evita um erro caro: investir horas em normas que não aparecem para o cargo escolhido enquanto o programa específico fica sem revisão. Para ampliar o critério de leitura por carreira e perfil de banca, consulte também a organização da legislação por cargo e banca examinadora.

Há ainda uma distinção prática para este concurso: normas internas da Assembleia e legislação estadual não devem ser confundidas com a base federal. A plataforma do Decorando a Lei Seca trabalha com legislação federal. Portanto, o candidato precisa conferir no edital como complementar o estudo das normas locais cobradas.

Como revisar sem dispersar

Uma revisão eficiente combina leitura da norma, recuperação ativa e questões, em vez de releituras contínuas sem diagnóstico. Para quem alterna material impresso e ambiente digital, o comparativo sobre plataforma de lei seca e arquivo em PDF ajuda a escolher o formato conforme a necessidade de consulta e revisão.

Na reta final, registre os erros por artigo e volte ao texto legal para confirmar exceções, competências, prazos e expressões restritivas. Esse procedimento vale especialmente quando a banca explora a literalidade. Ele não substitui a resolução de questões nem a atualização legislativa.

Para organizar a base federal que pode aparecer em concursos como este, conheça a assinatura ilimitada do Decorando a Lei Seca. A oferta é geral, não um curso exclusivo da ALEPA, e pode apoiar a revisão das disciplinas federais enquanto o candidato complementa as normas estaduais e internas indicadas no edital. Confira os detalhes da assinatura ilimitada para estudar legislação federal.

O Concurso ALEPA PA deve ser acompanhado pelo edital integral e pela lista definitiva de disciplinas. Nota sobre nossos materiais: A base da nossa plataforma é a legislação federal, o verdadeiro ‘núcleo duro’ de qualquer concurso. Como criamos trilhas focadas constantemente, verifique em nosso site se já disponibilizamos um roteiro específico para este concurso. Caso não tenha uma trilha dedicada, você ainda pode utilizar nossa assinatura ilimitada para dominar as disciplinas federais que representam a maior parte da sua nota.

Decorando a Lei Seca

Decora é um cérebro simpático e cheio de sabedoria, dedicado a tornar o aprendizado da Lei Seca mais acessível e divertido. Com um método inovador de memorização, ele transforma conceitos complexos em algo simples e criativo, ajudando estudantes a superarem os desafios do mundo dos concursos. Sua jornada como mentor e guia educacional o tornou uma lenda no mundo jurídico, sempre com o objetivo de tornar o estudo mais leve e eficaz para todos.