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Última Atualização em 2 de outubro de 2026

O Concurso TJ AP tem edital previsto para 5 de outubro de 2026, com a Fundação Getulio Vargas (FGV), 15 vagas e cadastro de reserva. Em outubro, também há inscrições ou avanços em seleções para juiz, procurador, promotor e defensor. O cenário reúne prazos próximos e concursos ainda sem cronograma, enquanto o panorama de editais jurídicos abertos em agosto ajuda a distinguir oportunidades imediatas de expectativas.

Para quem está na reta final, a diferença entre edital publicado, inscrição aberta e banca escolhida muda a prioridade do estudo. A seguir, estão as principais datas, vagas, remunerações e requisitos informados para outubro. Também há um método para organizar a lei seca sem tratar previsões como conteúdo programático.

DadoDetalhe
Tribunal de Justiça do AmapáEdital previsto para 5 de outubro de 2026; FGV; 15 vagas e cadastro de reserva; prova objetiva prevista para 24 de janeiro de 2027.
Tribunal de Justiça de Santa CatarinaEdital previsto para 13 de outubro de 2026; FGV; 15 vagas e cadastro de reserva; prova objetiva prevista para 31 de janeiro de 2027.
Tribunal de Justiça do Rio Grande do SulInscrições até 14 de outubro de 2026, às 16h; 30 vagas e cadastro de reserva; prova objetiva prevista para 13 de dezembro.
ProcuradoriasCuritiba abre inscrições em 7 de outubro; Câmara de Rio Branco e o Ministério Público de Contas (MPC) do Maranhão também têm seleções em andamento ou preparação.
Ministério Público e DefensoriaMP do Amapá definiu a Fundação Carlos Chagas (FCC); Defensoria Pública do Rio Grande do Norte definiu o Cebraspe e aprovou regulamento.

As datas futuras dos tribunais podem mudar com a publicação do cronograma definitivo. Para o candidato, o dado mais útil agora é separar os concursos com prazo ativo daqueles cuja preparação ainda depende de atos posteriores.

Quais concursos para juiz têm datas próximas?

Os concursos de magistratura do Amapá, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul concentram os marcos mais imediatos. O Tribunal de Justiça do Amapá prevê edital em 5 de outubro, banca FGV e prova objetiva em 24 de janeiro de 2027. São 15 vagas, além de cadastro de reserva, e subsídio informado de R$ 35.877,27.

Para concorrer ao cargo de juiz substituto, a seleção indica bacharelado em Direito e três anos de atividade jurídica após a graduação. Também exige habilitação no Exame Nacional da Magistratura (ENAM). O cronograma do Amapá aparece no painel do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com previsão sujeita a alteração.

Em Santa Catarina, o edital está previsto para 13 de outubro, também sob organização da FGV. O cronograma preliminar projeta inscrições de 26 de outubro a 26 de novembro e prova objetiva em 31 de janeiro de 2027. A previsão é de 15 vagas e cadastro de reserva, com subsídio de R$ 35.874,14.

Já o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul está em etapa mais concreta: as inscrições seguem até 14 de outubro, às 16h, com taxa de R$ 305. A seleção prevê 30 vagas e cadastro de reserva, prova objetiva em 13 de dezembro, em Porto Alegre, e remuneração de R$ 30.505,36. O bacharelado, três anos de atividade jurídica e habilitação válida no ENAM aparecem entre os requisitos.

Como a banca FGV se repete em três seleções, vale comparar a literalidade dos editais anteriores. Não se deve presumir que o conteúdo será idêntico. O artigo sobre concursos de juiz e procurador e suas bancas ajuda a organizar essa comparação por carreira.

O que está definido para procurador?

Entre as procuradorias, Curitiba já tem edital publicado, enquanto outras seleções seguem em etapas diferentes. A Procuradoria-Geral do Município abre inscrições em 7 de outubro, às 8h, e recebe candidaturas até 5 de novembro, às 23h59, no horário de Brasília. A Fundação FAFIPA organiza o concurso para cinco vagas de procurador municipal.

A taxa de inscrição é de R$ 250 e a prova objetiva está prevista para 13 de dezembro. O requisito informado é bacharelado em Direito e registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A remuneração indicada é de R$ 38.087,99. O conteúdo jurídico específico deve ser extraído do edital publicado, não deduzido apenas pelo nome do cargo.

Na Câmara Municipal de Rio Branco, no Acre, o prazo termina em 15 de outubro, às 23h59, pelo horário local. O Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (IDIB) organiza a seleção para uma vaga imediata e duas em cadastro de reserva. A taxa é de R$ 118, e as provas objetiva e prático-discursiva estão previstas para 22 de novembro.

O cargo exige graduação em Direito, inscrição na OAB e experiência jurídica mínima de dois anos. A remuneração informada é de R$ 19.404. Para acompanhar outros certames da carreira, o panorama de concursos para procurador e lei seca oferece um ponto de comparação útil, sem substituir o programa de cada edital.

Na Procuradoria-Geral do Estado da Bahia, há comissão formada e contratação de banca em andamento. A FCC aparece como provável organizadora, ainda sem formalização. São 20 vagas autorizadas e remuneração aproximada de R$ 33,5 mil. O requisito divulgado prevê bacharelado em Direito e pelo menos dois anos de conclusão do curso na nomeação, sujeito ao novo edital.

O MPC do Maranhão já tem comissão e Cebraspe contratado para uma vaga de procurador de contas. O edital ainda não tem data divulgada. A remuneração informada é de R$ 41.845,48, com exigência de Direito e três anos de atividade jurídica após a graduação. A diferença entre banca contratada e provável banca merece atenção: só a primeira está definida formalmente.

Qual é a situação para promotor?

O concurso para promotor de Justiça do Amapá avançou com a escolha da FCC como banca, mas a contratação ainda precisa ser formalizada. Não foram divulgados o número de vagas imediatas nem as datas de inscrição e prova. Há previsão de cadastro de reserva.

O cargo é de promotor de Justiça substituto, com remuneração informada de R$ 35.877,28. Entre os requisitos apresentados estão bacharelado em Direito e três anos de atividade jurídica. Até a publicação do edital, o candidato pode revisar disciplinas estruturantes, mas deve evitar tratar qualquer lista de leis como programa oficial.

A prioridade mais segura é comparar os editais recentes da mesma carreira e identificar o que se repete na banca escolhida. O mapa de legislação para concursos de promotor por banca auxilia nessa triagem, sobretudo quando a preparação precisa começar antes do conteúdo definitivo.

O que já se sabe sobre a Defensoria?

O concurso da Defensoria Pública do Rio Grande do Norte tem o Cebraspe definido e regulamento aprovado. A minuta de contrato prevê 10 vagas imediatas e cadastro de reserva, mas ainda não há data divulgada para o edital ou para as provas.

A seleção é para defensor público substituto, com remuneração informada de R$ 32.379,22. Os requisitos apresentados incluem bacharelado em Direito, inscrição na OAB e três anos de atividade jurídica após a graduação. Como ainda faltam datas, a preparação pode avançar com revisão regular, sem sacrificar as provas mais próximas.

Na Defensoria, o peso de legislação institucional e de normas ligadas às funções do cargo pode variar entre editais. Por isso, use o comparativo de legislação para defensor por banca como orientação de estudo, conferindo cada previsão quando sair o programa oficial.

Como priorizar a lei seca sem edital?

Quando o edital ainda não saiu, a lei seca deve avançar em camadas. Comece pelas normas que aparecem com frequência na carreira pretendida. Use provas anteriores da banca para localizar artigos recorrentes. Essa análise organiza o esforço, mas não autoriza afirmar que determinado dispositivo estará na próxima prova.

Para os concursos com edital publicado, como o de Curitiba, o programa oficial deve comandar o ciclo. Nos certames em fase de comissão ou escolha de banca, a revisão pode partir de conteúdos comuns à carreira. É preciso, porém, reservar espaço para ajustes quando o edital sair.

  • Separe por estágio: inscrições abertas, edital publicado, banca definida ou expectativa de publicação;
  • Leia o programa oficial: transforme cada disciplina e norma expressamente citada em unidades de revisão;
  • Use provas anteriores: registre artigos cobrados e o modo como a banca altera prazos, exceções e competências;
  • Revise com questões: confronte a literalidade do dispositivo com alternativas que trocam uma palavra ou condição;
  • Atualize o ciclo: quando sair edital ou retificação, retire conteúdos sem previsão e inclua as normas novas.

Esse filtro evita dois erros comuns: estudar todo o ordenamento com a mesma intensidade e transformar uma tendência histórica em certeza. Para estruturar revisões curtas com questões, consulte o roteiro de revisão de lei seca para concursos jurídicos.

Quais prazos exigem ação em outubro?

O calendário imediato favorece quem já tem uma carreira definida. No Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e na Câmara de Rio Branco, o prazo de inscrição termina em outubro. Curitiba abre inscrições no dia 7 e mantém o período até 5 de novembro. Para os tribunais do Amapá e de Santa Catarina, outubro concentra previsões de publicação.

Organize primeiro os compromissos que têm data e taxa informadas. Depois, mantenha uma rotina de revisão para os concursos sem cronograma. A seleção de defensor do Rio Grande do Norte e a de promotor do Amapá ainda dependem de novos atos, enquanto a Procuradoria-Geral do Estado da Bahia e o MPC do Maranhão aguardam avanço na publicação.

Uma planilha simples pode separar prazo, etapa, banca, cargo e próximo ato esperado. Não precisa virar um segundo edital: a função é impedir que um prazo de inscrição ou uma alteração oficial passe despercebida. Para uma visão mais ampla das oportunidades e da distribuição do estudo, consulte o panorama de concursos e prioridades de lei seca.

Como transformar o panorama em revisão?

O ponto decisivo deste mês é a diferença entre preparação para prova próxima e antecipação para edital futuro. No Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, a prova objetiva está prevista para dezembro. Em Curitiba, a inscrição começa em outubro e a prova também está prevista para dezembro. Nos concursos sem data, o ganho vem de manter consistência sem tentar adivinhar o conteúdo.

Em cada ciclo, vincule a norma a uma questão real e anote o erro com o dispositivo correspondente. Esse registro revela se a dificuldade está na exceção, na competência ou na leitura apressada. A revisão deixa de ser uma releitura extensa e passa a responder às falhas que podem custar pontos.

Para estudar a legislação federal com continuidade enquanto os editais avançam em ritmos diferentes, conheça a assinatura ilimitada do Decorando a Lei Seca. A proposta é manter a lei seca no centro da preparação, sem sugerir um curso exclusivo para qualquer certame citado.

Com o Concurso TJ AP no radar, acompanhe os atos oficiais e mantenha a revisão ajustável às exigências publicadas. Nota sobre nossos materiais: A base da nossa plataforma é a legislação federal, o verdadeiro ‘núcleo duro’ de qualquer concurso. Como criamos trilhas focadas constantemente, verifique em nosso site se já disponibilizamos um roteiro específico para este concurso. Caso não tenha uma trilha dedicada, você ainda pode utilizar nossa assinatura ilimitada para dominar as disciplinas federais que representam a maior parte da sua nota.

Decorando a Lei Seca

Decora é um cérebro simpático e cheio de sabedoria, dedicado a tornar o aprendizado da Lei Seca mais acessível e divertido. Com um método inovador de memorização, ele transforma conceitos complexos em algo simples e criativo, ajudando estudantes a superarem os desafios do mundo dos concursos. Sua jornada como mentor e guia educacional o tornou uma lenda no mundo jurídico, sempre com o objetivo de tornar o estudo mais leve e eficaz para todos.