Última Atualização em 8 de outubro de 2026
Concurso AGU é a seleção unificada da Advocacia-Geral da União (AGU) para quatro carreiras jurídicas. Em 8 de outubro de 2026, a escolha da banca estava em andamento, e o edital era esperado ainda neste ano. Para acompanhar a evolução desse cenário, consulte também o histórico da escolha da banca e da previsão do edital.
O formato prevê uma etapa comum antes das fases específicas de cada carreira. A preparação mais segura combina o acompanhamento das regras do certame com a leitura seletiva da legislação federal. Não presuma que todas as carreiras terão o mesmo conteúdo.
| Dado | Detalhe |
|---|---|
| Órgão | Advocacia-Geral da União |
| Situação da banca | Em escolha |
| Previsão do edital | Ainda em 2026 |
| Vagas autorizadas | 170 |
| Carreiras | Advogado da União, Procurador Federal, Procurador da Fazenda Nacional e Procurador do Banco Central |
| Etapa comum | Exame Nacional da Advocacia Pública (ENAP), de caráter habilitatório |
| Remuneração de referência | De R$ 27.264,30 a R$ 35.423,96 |
Qual é a situação da seleção?
A escolha da organizadora ainda estava em curso em 8 de outubro de 2026. A publicação do edital foi confirmada para este ano. A definição da banca importa porque influencia o estilo de cobrança, mas não substitui a leitura do conteúdo programático.
O Conselho Superior da AGU aprovou o modelo unificado em 4 de setembro de 2026. Antes disso, o órgão já havia formado um grupo de trabalho para estruturar o novo formato. Essa etapa está explicada no histórico de formação do grupo de trabalho.
Até a publicação do edital, evite tratar qualquer disciplina como confirmada. Use o período para mapear a legislação comum às carreiras. Separe os temas próprios de cada cargo e mantenha espaço para ajustes quando a banca for anunciada.
Quais carreiras e vagas estão previstas?
A autorização contempla 170 vagas em quatro carreiras jurídicas. A distribuição informada é equilibrada entre três áreas, com quantitativo menor para a Procuradoria do Banco Central.
| Carreira | Vagas autorizadas |
|---|---|
| Advogado da União | 50 |
| Procurador Federal | 50 |
| Procurador da Fazenda Nacional | 50 |
| Procurador do Banco Central do Brasil | 20 |
| Total | 170 |
Essa divisão não significa que uma única preparação sirva igualmente para todas as provas. As carreiras compartilham o eixo da Advocacia Pública, mas exigem que o candidato identifique as normas ligadas à área escolhida. A análise sobre as 170 vagas autorizadas e as carreiras jurídicas ajuda a comparar esse recorte antes da escolha.
Como funciona a etapa comum do ENAP?
O Exame Nacional da Advocacia Pública (ENAP) será uma etapa prévia compartilhada pelas quatro carreiras. O exame terá caráter eliminatório e habilitatório, mas sua nota não será usada para ordenar os candidatos nas seleções específicas.
O modelo divulgado organiza o caminho do candidato nesta sequência:
- ENAP: realizar a etapa comum e obter habilitação para seguir no processo;
- Provas objetivas: participar das provas das carreiras, com previsão de pagamento de uma única taxa de inscrição;
- Escolha da carreira: optar por uma das quatro áreas antes das provas discursivas;
- Fases específicas: fazer provas discursivas e as demais etapas correspondentes à carreira selecionada;
- Curso de formação: concluir a etapa final, de caráter eliminatório, prevista para cada carreira.
Como a nota do exame comum não compõe a classificação final, a estratégia precisa mudar depois da habilitação. Cada candidato deverá concentrar a revisão na carreira escolhida. A explicação sobre o papel eliminatório do ENAP na seleção esclarece essa diferença entre habilitação e classificação.
Quais requisitos devem ser observados?
Para Advogado da União e Procurador, os requisitos informados incluem graduação em Direito e inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Também é exigida a comprovação de ao menos dois anos de prática forense. A comprovação está prevista para a inscrição definitiva.
O diploma deve ser registrado e emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). As regras de comprovação, os documentos aceitos e o momento de apresentação precisam ser conferidos no edital. O edital também detalhará as condições das demais carreiras.
Quem ainda está cumprindo a prática forense deve acompanhar o marco exigido e organizar documentos comprobatórios com antecedência. Para revisar os critérios de ingresso com mais detalhe, consulte o conteúdo sobre requisitos das carreiras da AGU.
Qual remuneração foi informada?
A referência remuneratória divulgada para as carreiras jurídicas vai de R$ 27.264,30 a R$ 35.423,96. O valor inicial de R$ 27.264,30 foi associado ao subsídio de Advogado e Procurador, com efeitos financeiros a partir de 1º de abril de 2026.
O reajuste foi estabelecido pela Lei nº 15.141/2025. A faixa informada não deve ser lida como remuneração inicial idêntica para todos os cargos. O edital e as normas remuneratórias de cada carreira devem orientar a conferência dos valores aplicáveis.
Benefícios, auxílios e parcelas adicionais não estão discriminados nesses valores de referência. Para separar cargos vagos, subsídios e perspectivas funcionais, veja também a análise sobre remuneração e cargos vagos na Advocacia-Geral.
Como priorizar a lei seca antes do edital?
Sem o conteúdo programático publicado, não há base para afirmar uma lista definitiva de leis cobradas nem uma taxa de incidência por banca. O melhor uso do tempo é construir um mapa provisório. Distinga legislação institucional, fundamentos comuns e normas específicas de cada carreira.
A Lei Complementar nº 73/1993 organiza a Advocacia-Geral da União e pode servir como ponto de partida institucional, sem que isso represente garantia de cobrança. Consulte o texto oficial da Lei Complementar nº 73/1993 e compare seus dispositivos com editais anteriores da carreira pretendida.
Uma revisão provisória pode seguir estes passos:
- separar a Constituição Federal e as normas institucionais da AGU como núcleo inicial de leitura;
- registrar, em colunas distintas, os dispositivos comuns e os temas próprios de cada carreira;
- resolver questões anteriores para reconhecer formatos de cobrança, sem presumir que a próxima banca repetirá o padrão;
- anotar exceções, competências, prazos e conceitos que costumam exigir leitura literal;
- reorganizar o roteiro assim que o edital e a banca confirmarem o programa.
Esse método protege o estudo contra dois erros frequentes: dispersar-se em legislação sem relação com o cargo ou apostar cedo demais em uma lista especulativa. A discussão sobre o formato do edital unificado e seus efeitos na preparação complementa essa leitura estratégica.
Em síntese, são 170 vagas autorizadas, quatro carreiras, banca em definição e uma etapa comum antes das provas específicas. Para o Concurso AGU, a legislação deve ser priorizada por núcleo e por carreira, com revisão ajustada quando o edital trouxer o programa definitivo.
Como a organização unificada amplia o número de etapas e mantém conteúdos próprios por carreira, uma rotina de lei seca precisa combinar leitura, questões e atualização do roteiro. Para estudar legislação federal com esse foco e acompanhar a preparação do Concurso AGU, conheça a assinatura ilimitada do Decorando a Lei Seca.
Nota sobre nossos materiais: A base da nossa plataforma é a legislação federal, o verdadeiro ‘núcleo duro’ de qualquer concurso. Como criamos trilhas focadas constantemente, verifique em nosso site se já disponibilizamos um roteiro específico para este concurso. Caso não tenha uma trilha dedicada, você ainda pode utilizar nossa assinatura ilimitada para dominar as disciplinas federais que representam a maior parte da sua nota.








