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Última Atualização em 7 de setembro de 2026

O concurso AGU pode ser disputado por bacharéis em Direito com diploma reconhecido, inscrição na OAB e dois anos de prática forense, além das condições gerais de ingresso no serviço público. A seleção reúne quatro carreiras jurídicas federais, e o panorama das 170 vagas autorizadas ajuda a dimensionar a preparação.

As exigências mudam pouco entre as carreiras, mas a forma de comprovar a experiência pode decidir a habilitação. Este artigo organiza cargos, vagas, remuneração, prática jurídica e legislação federal, permitindo que o candidato corte conteúdos de baixo retorno.

DadoDetalhe
ÓrgãoAdvocacia-Geral da União (AGU)
Total previsto170 vagas
CargosAdvogado da União, Procurador Federal, Procurador da Fazenda Nacional e Procurador do Banco Central
EscolaridadeGraduação em Direito
Registro profissionalInscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)
Prática forenseMínimo de dois anos
Subsídio inicialR$ 27.264,30, correspondente à Segunda Categoria, desde abril de 2026
Últimos editaisAdvogado da União, Procurador Federal e Procurador da Fazenda Nacional em dezembro de 2022; Procurador do Banco Central em 2013
Banca dos últimos concursosCebraspe

A distribuição das oportunidades orienta a escolha do cargo, enquanto os requisitos comuns indicam o que deve ser resolvido antes da inscrição.

Quais carreiras estão previstas?

As quatro carreiras previstas pertencem à Advocacia Pública Federal e preservam atribuições próprias, mesmo com a possibilidade de organização conjunta. A distribuição informada é a seguinte:

  • Advogado da União: 50 vagas;
  • Procurador Federal: 50 vagas;
  • Procurador da Fazenda Nacional: 50 vagas;
  • Procurador do Banco Central: 20 vagas.

A inscrição deverá indicar a carreira pretendida, porque cada cargo terá regras, provas e classificação próprias. Essa separação impede que o candidato trate o certame como uma disputa única, apesar da possível coordenação geral. A análise sobre a unificação das carreiras jurídicas ajuda a entender esse desenho.

Quem pode participar?

O candidato apto à disputa precisa reunir formação jurídica, registro profissional e experiência prática, além de cumprir as condições gerais de ingresso. Os requisitos específicos são:

  • Ter diploma de graduação em Direito, emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação;
  • Possuir inscrição regular na OAB;
  • Comprovar pelo menos dois anos de prática forense.

O diploma atende à formação básica, mas não substitui a inscrição profissional nem a experiência exigida. A comprovação pode ocorrer em momento definido pelo edital, com documentos diferentes para cada atividade. A discussão sobre o possível pré-requisito ligado às etapas da seleção também merece acompanhamento separado.

O que conta como prática forense?

A prática forense corresponde ao exercício de atividades jurídicas aceitas pelas regras da carreira, e não somente à atuação em processos judiciais. Nos últimos editais, foram consideradas experiências como:

  • Exercício da advocacia, incluindo atuação judicial, consultoria, assessoramento e direção jurídica;
  • Cargo, emprego ou função pública privativos de bacharel em Direito;
  • Cargo, emprego ou função pública de nível superior com atividades predominantemente jurídicas;
  • Atuação profissional em consultoria, assessoramento ou direção jurídica;
  • Estágio de pós-graduação em Direito, conforme as condições do edital;
  • Estágio regular e supervisionado durante a graduação;
  • Função de conciliador em tribunais, varas, juizados especiais ou unidades equivalentes.

Períodos de atividades distintas podem ser somados quando cada experiência for aceita e devidamente comprovada. Certidões, declarações, registros profissionais e documentos funcionais precisam formar uma sequência verificável, sem lacunas inexplicadas. O conteúdo sobre requisitos e legislação para a carreira de Procurador complementa essa conferência.

Quais condições gerais são exigidas?

Além dos requisitos jurídicos, o candidato precisa cumprir condições gerais para tomar posse em cargo público federal. A lista inclui:

  • Ser aprovado e classificado na seleção;
  • Ter nacionalidade brasileira ou portuguesa, conforme as regras aplicáveis;
  • Estar no gozo dos direitos políticos;
  • Estar quite com as obrigações eleitorais;
  • Estar quite com as obrigações militares, quando aplicável;
  • Ter pelo menos 18 anos na data da posse;
  • Possuir aptidão física e mental para o cargo;
  • Ser considerado recomendado na sindicância de vida pregressa;
  • Apresentar a documentação exigida no prazo definido;
  • Cumprir as demais condições da legislação da carreira.

Essas condições aparecem no fim do planejamento de muitos candidatos, embora possam impedir a posse. A leitura sobre cargos e remuneração na Advocacia-Geral da União ajuda a conectar requisitos, carreira e escolha profissional.

Quanto ganha e como foi a seleção anterior?

As quatro carreiras jurídicas possuem a mesma estrutura remuneratória informada para 2026, com subsídio inicial de R$ 27.264,30 na Segunda Categoria. O valor torna a seleção muito competitiva, mas a remuneração não deve ser o único critério de escolha.

Os últimos concursos para Advogado da União, Procurador Federal e Procurador da Fazenda Nacional tiveram editais publicados em dezembro de 2022. Cada seleção ofereceu 100 vagas imediatas e cadastro de reserva, com organização do Cebraspe.

O último concurso para Procurador do Banco Central ocorreu em 2013, também sob organização do Cebraspe. A seleção exigiu graduação em Direito, inscrição na OAB e dois anos de prática forense. O histórico pode orientar a preparação, mas o edital de abertura definirá as regras aplicáveis à nova disputa.

Para acompanhar a evolução do cronograma sem confundir autorização com publicação, vale consultar a análise sobre o edital previsto e as quatro carreiras jurídicas.

Como priorizar a legislação federal?

A preparação deve partir da legislação federal relacionada às atribuições do cargo escolhido. A seleção reúne carreiras próximas, porém com focos distintos. Ler tudo na mesma proporção costuma consumir tempo e reduzir a qualidade da revisão.

O candidato precisa transformar o conteúdo programático em uma ordem de ataque. É necessário separar normas centrais, dispositivos recorrentes e pontos sujeitos a pegadinhas. A banca examinadora costuma explorar exceções, competências, prazos, condições de validade e diferenças entre institutos próximos.

  1. Escolha a carreira e delimite as disciplinas diretamente ligadas às atribuições do cargo;
  2. Leia a legislação seca em blocos curtos, marcando conceitos, exceções e remissões internas;
  3. Resolva questões anteriores do Cebraspe para identificar o modo de cobrança;
  4. Registre os erros por dispositivo, não apenas por matéria;
  5. Revisite primeiro os artigos que geraram erro ou dúvida recorrente.

A discussão sobre o formato do edital e a priorização da legislação mostra por que a estratégia precisa acompanhar a estrutura da seleção.

Como estudar com tempo limitado?

Quem trabalha ou já possui experiência jurídica pode ganhar velocidade ao trocar revisões extensas por ciclos de leitura, questões e correção de erros. O objetivo é manter contato frequente com a norma, sem abandonar a compreensão dos institutos.

Uma plataforma de estudo pode facilitar esse processo quando organiza a legislação e permite revisar os dispositivos com regularidade. Ainda assim, o material escolhido precisa servir ao edital, e não substituir a leitura direta da norma. A comparação entre plataforma de lei seca e arquivo em PDF ajuda a decidir conforme tempo, retenção e rotina.

Na reta final, a prioridade deve ser corrigir pontos cegos. Releia artigos errados, confronte exceções e faça revisões curtas antes de ampliar o conteúdo. Essa disciplina reduz a dispersão entre as quatro carreiras.

Qual deve ser o próximo passo?

O candidato deve separar desde já os documentos de formação, registro profissional e prática jurídica. A comprovação exige coerência entre períodos e atividades. Em paralelo, a escolha da carreira deve orientar a seleção da legislação federal e das questões.

O estudo ganha consistência quando a lei seca deixa de ser uma leitura passiva e passa a funcionar como base para resolver questões. Para acompanhar as exigências de etapas e a evolução institucional, a análise sobre a possível etapa preparatória para procuradores oferece outro recorte do certame.

Assinatura ilimitada para estudar

Os requisitos da seleção deixam uma conclusão prática: Direito, OAB e prática forense habilitam a candidatura, mas a aprovação depende do domínio da legislação cobrada e da revisão dos dispositivos mais expostos.

Se a preparação precisa de uma rotina contínua de lei seca, a assinatura ilimitada do Decorando a Lei Seca pode apoiar a revisão das disciplinas federais, sem criar a expectativa de um curso exclusivo para uma carreira.

Para transformar os requisitos do concurso AGU em um plano de leitura e revisão aplicável à sua rotina, conheça a assinatura ilimitada do Decorando a Lei Seca.

Nota sobre nossos materiais: A base da nossa plataforma é a legislação federal, o verdadeiro ‘núcleo duro’ de qualquer concurso. Como criamos trilhas focadas constantemente, verifique em nosso site se já disponibilizamos um roteiro específico para este concurso. Caso não tenha uma trilha dedicada, você ainda pode utilizar nossa assinatura ilimitada para dominar as disciplinas federais que representam a maior parte da sua nota.

Decorando a Lei Seca

Decora é um cérebro simpático e cheio de sabedoria, dedicado a tornar o aprendizado da Lei Seca mais acessível e divertido. Com um método inovador de memorização, ele transforma conceitos complexos em algo simples e criativo, ajudando estudantes a superarem os desafios do mundo dos concursos. Sua jornada como mentor e guia educacional o tornou uma lenda no mundo jurídico, sempre com o objetivo de tornar o estudo mais leve e eficaz para todos.