Última Atualização em 20 de julho de 2026
O concurso AGU voltou ao radar com novos dados sobre cargos vagos e remuneração: há 519 cargos vagos na carreira de Advogado da União e 31 vacâncias em cargos administrativos de nível superior sob gestão da instituição. Para o candidato, o ponto prático é simples: o cenário reforça a necessidade de acompanhar o edital e organizar a lei seca antes da banca ser definida.
A Advocacia-Geral da União é a instituição responsável pela representação judicial e extrajudicial da União e pelo assessoramento jurídico do Poder Executivo Federal. Portanto, a preparação costuma exigir leitura firme de Constituição, Direito Administrativo, legislação institucional e normas de regime jurídico dos servidores.
| Dado | Detalhe |
|---|---|
| Órgão | Advocacia-Geral da União |
| Cargos vagos jurídicos | 519 cargos de Advogado da União |
| Cargos vagos administrativos | 31 cargos de nível superior |
| Subsídio inicial jurídico | R$ 27.264,30 |
| Topo da carreira jurídica | R$ 35.423,96 na classe Especial |
| Remuneração inicial administrativa | R$ 8.714,50 em 2026 |
Concurso AGU: situação atual dos cargos vagos
O quadro informado indica duas frentes relevantes. Na carreira jurídica, o número que chama atenção é o de 519 vacâncias para Advogado da União. Já na área administrativa, há 31 cargos vagos distribuídos entre Assistente Social, Psicólogo, Arquiteto, Economista, Engenheiro e Estatístico.
Além disso, o histórico recente do grupo de trabalho formado para o concurso AGU mostra que a seleção jurídica já vinha avançando em modelagem. Isso não elimina etapas formais, mas muda a prioridade de estudo: quem espera a publicação do edital para abrir a legislação institucional começa atrasado.
- Advogado da União: 519 cargos vagos informados.
- Economista: 19 vacâncias administrativas.
- Engenheiro: 6 vacâncias administrativas.
- Psicólogo: 2 vacâncias administrativas.
- Estatístico: 2 vacâncias administrativas.
- Assistente Social e Arquiteto: 1 vacância cada.
Remuneração no concurso AGU
A remuneração também ajuda a medir a competitividade do certame. Para Advogado da União, o subsídio inicial informado é de R$ 27.264,30, com possibilidade de chegar a R$ 35.423,96 na classe Especial. Já os cargos administrativos de nível superior têm remuneração inicial de R$ 8.714,50 em 2026.
Por isso, o concurso AGU tende a atrair tanto candidatos de advocacia pública quanto concurseiros que miram carreiras federais de nível superior. Para comparar a preparação por edital e evitar dispersão, vale observar também o guia de concursos 2026 com foco em vagas, salários e lei seca.
Concurso AGU e cargos administrativos no radar
Na área de apoio técnico-administrativo, a solicitação mencionada contempla 403 cargos. A distribuição inclui Analista Técnico-Administrativo, Administrador, Contador, Economista, Estatístico, Arquiteto, Engenheiro, Técnico em Comunicação Social (Jornalista) e Médico.
Entretanto, cargos administrativos não devem ser estudados com a mesma matriz das carreiras jurídicas. A lei seca de servidor público, Administração Pública Federal, ética no serviço público para concurso, constitucional e atos administrativos tendem a formar um núcleo de retorno alto. Em seguida, o candidato ajusta a revisão conforme o cargo e o conteúdo programático.
Para quem alterna estudo em tela e material impresso, a comparação entre plataforma de lei seca e PDF no estudo para concurso ajuda a decidir como revisar sem perder velocidade.
Como priorizar lei seca antes da banca
Antes da banca, a preparação precisa ser conservadora. Isso significa estudar o núcleo comum que aparece com frequência em seleções federais e deixar ajustes finos para o edital. Dessa forma, o candidato ganha base sem apostar em detalhes que podem nem ser cobrados.
Um roteiro seguro para o concurso AGU é começar por Constituição Federal, organização da Administração Pública, princípios administrativos, Lei nº 8.112/1990, Lei de Improbidade Administrativa, LINDB e legislação institucional ligada à Advocacia Pública. Depois, para carreiras jurídicas, entram com mais peso Direito Processual Civil, Tributário, Financeiro e temas específicos de advocacia pública.
Se o foco for priorização por incidência, o artigo sobre como priorizar lei seca por edital, banca e cargo serve como método, embora trate de outro certame. A lógica é a mesma: separar norma central, norma acessória e norma de baixo retorno por hora de estudo.
O que fazer agora sem depender do edital
O candidato em reta final não precisa estudar tudo com a mesma intensidade. Primeiro, deve montar uma lista de leis centrais. Em seguida, deve marcar artigos com maior chance de cobrança literal. Depois, precisa testar retenção com questões e revisar os dispositivos errados.
Além disso, a preparação deve reservar espaço para leitura seca contínua. A prova de carreira federal costuma punir quem sabe o tema em tese, mas não reconhece o enunciado normativo. Por outro lado, decorar artigo sem contexto também cobra seu preço nas discursivas.
Para cargos de advocacia pública, a leitura sobre plataforma de lei seca para procuradorias é um próximo passo natural, porque aproxima a revisão de edital, carreira e banca sem prometer atalho milagroso.
Transforme o acompanhamento em rotina de revisão
O concurso AGU reúne dados fortes: vacâncias expressivas, remuneração elevada e movimentação administrativa. Contudo, a vantagem real não está em acompanhar cada novidade isolada, mas em transformar esse acompanhamento em revisão semanal de lei seca.
Para dominar a legislação cobrada em concursos como o concurso AGU, conheça a assinatura geral do Decorando a Lei Seca e use a plataforma como apoio para organizar leitura, marcação e revisão do texto normativo: conheça as assinaturas do Decorando a Lei Seca.








