Última Atualização em 3 de setembro de 2026
O concurso TRT 1 RJ ganhou uma perspectiva concreta com a aprovação, pela Câmara dos Deputados, do PL 1400/2015. O texto prevê 12 novas Varas do Trabalho, 24 cargos para a magistratura e 156 cargos de Analista Judiciário, seguindo agora ao Senado. A preparação deve começar pela legislação federal e pelo padrão de cobrança dos tribunais, como mostra a análise sobre priorizar a lei seca em concursos de tribunais.
Os novos cargos ainda dependem da tramitação legislativa antes de integrarem oficialmente a estrutura do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT 1). A aprovação não publica um edital automaticamente, mas oferece um sinal objetivo para organizar o estudo de Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho e disciplinas jurídicas relacionadas.
| Dado | Detalhe |
|---|---|
| Órgão | Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT 1), no Rio de Janeiro |
| Projeto | PL 1400/2015, aprovado pela Câmara dos Deputados e encaminhado ao Senado |
| Nova estrutura | 12 novas Varas do Trabalho |
| Novos cargos | 24 cargos para a magistratura e 156 cargos de Analista Judiciário |
| Último concurso | Instituto AOCP, com 16 vagas imediatas e cadastro de reserva |
| Remuneração informada | Analista Judiciário: R$ 14.852,66; Técnico Judiciário: R$ 9.052,54 |
| Prova anterior | 60 questões objetivas, prova discursiva para Analistas e duração total de 4 horas e 30 minutos |
O projeto ainda depende de novas etapas
A aprovação na Câmara colocou o projeto na etapa de análise pelo Senado Federal. Segundo a Câmara dos Deputados, o PL 1400/2015 foi aprovado na forma de substitutivo, com ajustes nas quantidades inicialmente previstas.
Essa versão considerou as disponibilidades orçamentárias do tribunal. Depois da votação no Senado, a proposta ainda dependerá de sanção presidencial para produzir efeitos.
Mesmo com a sanção, um novo edital exigirá planejamento interno, dotação orçamentária e organização administrativa do tribunal. O acompanhamento de etapas semelhantes, como a autorização e o planejamento de banca em outro TRT, ajuda a separar expectativa de avanço formal.
- Votação no Senado: análise do texto aprovado pela Câmara;
- Sanção presidencial: confirmação da criação legal da estrutura e dos cargos;
- Planejamento do tribunal: definição das necessidades, orçamento, cargos e etapas;
- Novo edital: publicação das regras, do cronograma e do conteúdo programático.
Até que essas fases terminem, o melhor uso do tempo é estudar o núcleo jurídico já identificado no último concurso. Não trate a criação dos cargos como garantia de edital imediato.
Cargos e áreas do último edital
O último edital para servidores do tribunal distribuiu oportunidades entre os cargos de Técnico Judiciário e Analista Judiciário. A banca organizadora foi o Instituto AOCP, com 16 vagas imediatas e formação de cadastro de reserva.
As áreas e especialidades cobradas foram organizadas da seguinte forma, respeitando as exigências próprias de cada carreira:
- Técnico Judiciário: Área Administrativa, Enfermagem, Tecnologia da Informação e Segurança e Transporte;
- Analista Judiciário: Área Judiciária, Oficial de Justiça Avaliador Federal e Área Administrativa;
- Especialidades de apoio: Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Psicologia, Serviço Social, Medicina, Enfermagem e Tecnologia da Informação.
A banca do próximo edital ainda não aparece definida no cenário apresentado. Para entender por que a organizadora altera a leitura dos comandos e das questões, vale comparar a influência da banca em uma seleção de servidores de TRT.
Para o candidato da área jurídica, a prioridade tende a ficar nas disciplinas comuns ao trabalho judiciário. A especialidade pretendida muda o peso prático da preparação.
Requisitos mudam conforme a especialidade
Os requisitos do último edital variaram conforme o cargo, a área de atuação e a formação profissional exigida. A escolaridade precisa ser lida junto com as atribuições. O diploma aceito para a área administrativa não serve automaticamente para uma especialidade técnica.
- Técnico Judiciário: diploma de nível superior em qualquer área, exigência decorrente da alteração promovida pela Lei 14.456/2022;
- Analista da Área Judiciária: graduação em Direito reconhecida pelo Ministério da Educação;
- Analista da Área Administrativa: graduação em qualquer área de conhecimento;
- Analista especializado: graduação compatível com a especialidade e registro profissional, quando exigido.
A definição do cargo deve anteceder a montagem do ciclo de estudo. O candidato que deseja compreender as funções e as diferenças entre áreas pode aproveitar a leitura sobre atribuições do Analista Judiciário em tribunal.
O novo edital poderá atualizar requisitos, especialidades e documentos exigidos. A formação jurídica, porém, já orienta uma trilha de legislação para a Área Judiciária e para Oficial de Justiça.
Remuneração reúne vencimento e benefícios
Os valores informados para o quadro de servidores combinam vencimento básico, gratificações e auxílios. Para Analista Judiciário, a remuneração inicial indicada foi de R$ 14.852,66, enquanto o Técnico Judiciário apareceu com inicial de R$ 9.052,54.
- Oficial de Justiça: a Gratificação de Atividade Externa (GAE) pode elevar a remuneração para mais de R$ 17.000,00;
- Auxílio-alimentação: cerca de R$ 1.393,10 mensais;
- Auxílio-creche ou pré-escolar: aproximadamente R$ 1.178,82 por dependente de até 6 anos;
- Adicional de Qualificação: percentual adicional para pós-graduação, mestrado, doutorado ou ações de treinamento;
- Auxílio-saúde: ressarcimento conforme a faixa etária e a tabela do tribunal.
A comparação financeira deve considerar o cargo, a gratificação aplicável e a formação do servidor. A leitura sobre cargos e remuneração em concursos de servidores ajuda a separar vencimento inicial de benefícios acessórios.
Os valores não substituem a análise do próximo edital e dos atos remuneratórios vigentes. Para o planejamento de carreira, eles servem como referência de prioridade, não como promessa de remuneração idêntica para todas as especialidades.
Como foram as provas anteriores
O último concurso aplicou provas objetiva e discursiva no mesmo dia para os cargos e especialidades previstos. A duração total foi de 4 horas e 30 minutos, com períodos distintos para Analistas e Técnicos.
A prova objetiva teve 60 questões de múltipla escolha, cinco alternativas e pontuação máxima de 100 pontos. A distribuição apresentada foi a seguinte:
| Bloco | Conteúdo |
|---|---|
| Conhecimentos Gerais | 20 questões de Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico-Matemático, legislação aplicável ao tribunal e Noções de Informática para cargos específicos |
| Conhecimentos Específicos | 40 questões conforme o cargo, incluindo Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho, Direito Civil e Direito Processual Civil |
| Critério objetivo | Mínimo de 50% da pontuação total e ausência de nota zero em Conhecimentos Gerais |
| Discursiva de Analista | Estudo de caso com uma ou duas situações-problema sobre os conhecimentos específicos |
| Segurança e Transporte | Teste de Aptidão Física, de caráter eliminatório, para a especialidade prevista |
Somente os candidatos habilitados na objetiva e classificados dentro do limite do edital tiveram a discursiva corrigida. A explicação sobre priorização de legislação por disciplina e incidência ajuda a transformar essa divisão em ordem de estudo.
Para Analista da Área Judiciária, a combinação de Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho merece atenção desde o início. Constituição, Administrativo, Civil e Processo Civil completam o núcleo jurídico informado para a prova.
Como priorizar a legislação desde já
O candidato que começa antes do edital consegue construir base literal sem depender de uma revisão apressada. A prioridade deve seguir o cargo pretendido e o núcleo de disciplinas indicado na última seleção.
- Defina o cargo-alvo: escolha entre Área Judiciária, Oficial de Justiça, Área Administrativa ou especialidade técnica;
- Separe o núcleo legal: organize Constituição, Direito Administrativo, Direito do Trabalho, Processo do Trabalho, Civil e Processo Civil;
- Leia a lei seca: marque competências, requisitos, exceções, prazos e consequências jurídicas diretamente no texto legal;
- Resolva questões: use casos concretos para perceber como a banca troca termos, limita hipóteses e explora incisos;
- Revise por erros: retorne aos dispositivos que geraram dúvida e registre a diferença entre a regra correta e a alternativa incorreta.
A alternância entre tela, material impresso e questões precisa ser funcional, especialmente para quem trabalha. A comparação entre plataforma de lei seca e PDF ajuda a escolher o formato de revisão que preserva velocidade e retenção.
Esse método evita dois desperdícios comuns: estudar especialidades que não pertencem ao cargo escolhido e acumular leitura sem testar a literalidade. Quando o edital sair, o tempo será usado para ajustar o foco, não para começar do zero.
Assinatura ilimitada para estudar melhor
A criação de cargos aumenta a necessidade de acompanhar legislação e organizar prioridades, mas a aprovação depende da execução diária. A análise sobre como começar a legislação de um cargo de Analista pode complementar essa decisão com outro recorte de carreira jurídica.
O Decorando a Lei Seca oferece uma forma estruturada de revisar legislação federal, identificar pontos de atenção e retomar dispositivos com constância. Para transformar a notícia sobre o concurso TRT 1 RJ em pontos na prova, conheça a assinatura ilimitada do Decorando a Lei Seca e avalie a estrutura disponível para estudar com mais regularidade.








