Última Atualização em 17 de setembro de 2026
A 2ª retificação do Concurso TRF5, certame do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, retirou, para candidatos com deficiência (PcD), os mínimos por bloco e os redutores da prova objetiva. Com nota igual ou superior a 6,0, a pessoa candidata concorre em lista específica à segunda etapa, conforme o edital retificado. A publicação anterior, com 11 vagas para juiz federal substituto, aparece detalhada na análise do edital inicial do TRF5, que organiza os dados principais da seleção.
A alteração afeta diretamente a estratégia de quem disputará a lista específica, embora os demais pontos do certame permaneçam iguais. Nas próximas seções, estão reunidos os efeitos da retificação, as datas do cronograma e uma forma objetiva de priorizar a legislação federal.
| Dado | Detalhe |
|---|---|
| Órgão | Tribunal Regional Federal da 5ª Região |
| Cargo | Juiz Federal Substituto |
| Vagas | 11 vagas imediatas e cadastro de reserva |
| Banca | Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| Subsídio inicial | R$ 37.765,55 |
| Inscrições | Até 28 de setembro de 2026, às 16h |
| Taxa | R$ 350 |
| Prova objetiva | 20 de dezembro de 2026 |
| Exigência adicional | Certificado de habilitação no Exame Nacional da Magistratura (ENAM) |
O cronograma exige atenção porque a inscrição termina antes da prova objetiva. As provas escritas estão previstas para abril de 2027. A mudança para PcD deve ser incorporada ao planejamento desde já, sem alterar a preparação dos demais candidatos.
O que mudou para pessoas com deficiência?
A segunda retificação do edital alterou os subitens 13.3.2 e 13.3.5, que tratam do aproveitamento e da convocação para a segunda etapa. Segundo a publicação oficial do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, a nova regra cria uma exceção específica para candidatos com deficiência.
Na prática, a pessoa candidata PcD deixa de se submeter a duas exigências que continuam valendo para a regra geral. A classificação em lista própria dependerá de nota mínima de 6,0 na Prova Objetiva Seletiva.
- Mínimos por bloco: deixam de ser exigidos especificamente dos candidatos com deficiência;
- Redutores de classificação: não serão aplicados à lista específica destinada às pessoas com deficiência;
- Nota de convocação: a pessoa candidata deverá alcançar, no mínimo, 6,0 pontos na prova objetiva;
- Demais regras: os outros itens, subitens, alíneas e anexos do edital continuam inalterados.
A assinatura da retificação pelo presidente da comissão formaliza essa exceção. O candidato PcD deve estudar a redação atualizada. A interpretação da regra anterior pode levar a uma cobrança indevida de requisitos que já não se aplicam.
Qual era a regra geral da prova?
A regra geral da Prova Objetiva Seletiva exige desempenho mínimo em três blocos e aproveitamento total. Essa combinação continua orientando os candidatos não abrangidos pela exceção para PcD.
Segundo o edital, os mínimos gerais são distribuídos da seguinte forma:
- Bloco I: pelo menos 12 acertos;
- Bloco II: pelo menos 9 acertos;
- Bloco III: pelo menos 9 acertos;
- Total da prova: pelo menos 60 acertos.
O edital também prevê a convocação dos 200 candidatos mais bem classificados quando o concurso tiver até 1.500 inscritos. Acima desse número, o limite passa para 300 candidatos, conforme a regra geral de classificação.
Essa diferença entre aproveitamento mínimo e posição classificatória merece cuidado, especialmente para quem acompanha a preparação de outros tribunais. O mapa de concursos para juiz federal ajuda a comparar etapas e critérios sem misturar regras de editais diferentes.
Quais são os dados do certame?
O concurso oferece 11 vagas imediatas para Juiz Federal Substituto, além de cadastro de reserva, com organização da Fundação Getulio Vargas. O subsídio inicial informado no edital é de R$ 37.765,55, valor que posiciona a seleção entre as carreiras jurídicas federais mais disputadas.
As inscrições permanecem abertas até 28 de setembro de 2026, às 16h, mediante pagamento de taxa de R$ 350. A candidatura também exige certificado de habilitação no Exame Nacional da Magistratura. Esse requisito deve ser observado antes da conclusão da inscrição.
O ENAM funciona como etapa de habilitação para a magistratura, enquanto o concurso do tribunal seleciona pessoas para vagas do cargo. Essa diferença evita uma confusão comum: a aprovação no exame nacional não substitui as fases próprias do tribunal.
Para ampliar a comparação entre oportunidades da carreira, o conteúdo sobre concursos para juiz em 2026 reúne outros tribunais e permite avaliar o momento de cada edital.
Quais são as próximas etapas?
A primeira prova do concurso está marcada para 20 de dezembro de 2026. O calendário exige uma revisão progressiva, porque a etapa objetiva antecede provas escritas previstas para abril do ano seguinte.
- Inscrições: encerramento em 28 de setembro de 2026, às 16h;
- Prova Objetiva Seletiva: aplicação em 20 de dezembro de 2026;
- Prova discursiva: prevista para 4 de abril de 2027;
- Sentença cível: prevista para 4 de abril de 2027;
- Sentença criminal: prevista para 5 de abril de 2027;
- Fases posteriores: investigação social, exames de saúde, avaliação psicotécnica, prova oral e títulos.
A concentração da prova discursiva e da sentença cível no mesmo dia aumenta a importância de chegar à segunda etapa com leitura legislativa consolidada. A página sobre a organização e as fases da seleção federal complementa essa visão do percurso.
Como a retificação muda o estudo?
A alteração para PcD muda o critério de passagem, mas não reduz a necessidade de domínio da legislação cobrada. A nota mínima de 6,0 ainda exige desempenho consistente. Sobretudo porque a prova objetiva define a entrada na etapa seguinte.
Para candidatos com deficiência, a revisão deve priorizar a compreensão integral do conteúdo programático. É preciso também identificar os pontos de maior incidência. A ausência dos mínimos por bloco não autoriza abandonar uma área inteira, pois cada questão pode influenciar a nota final.
Para os demais candidatos, a preparação precisa respeitar simultaneamente os mínimos dos três blocos e o total de acertos. Estudar somente os temas mais confortáveis cria um risco direto. Uma nota geral alta pode não compensar o descumprimento de um bloco.
- Leia o texto literal: marque requisitos, exceções, prazos e competências exatamente como aparecem na norma;
- Separe os erros: registre confusões entre regra geral, exceção e consequência jurídica;
- Revise por questões: use os enunciados para verificar se a banca alterou uma palavra com efeito decisivo;
- Atualize a legislação: confira se a norma indicada no edital sofreu alteração antes da revisão final.
O estudo da lei seca ganha força quando cada erro recebe uma causa identificada. A explicação pode estar em uma exceção esquecida, em um prazo invertido ou na leitura apressada de uma competência.
Quem ainda está avaliando os requisitos da carreira pode consultar a análise sobre atividade jurídica e ingresso na magistratura, pois o planejamento começa antes da prova objetiva.
O que fazer até a prova objetiva?
O intervalo até dezembro deve ser dividido entre leitura literal, resolução de questões e revisões curtas. A melhor distribuição depende do estágio individual. A ordem, porém, precisa acompanhar o peso do edital e os erros já identificados.
- Regularize a inscrição: observe o prazo, a taxa e a documentação exigida, incluindo a habilitação no ENAM;
- Separe o conteúdo: organize as normas por blocos e destaque artigos com exceções ou condições cumulativas;
- Faça ciclos de revisão: retorne aos trechos difíceis em intervalos menores, sem abandonar a leitura dos demais temas;
- Treine o tempo: resolva questões em condições próximas da prova e acompanhe o desempenho por bloco;
- Releia a retificação: confirme a regra aplicável à lista específica ou à classificação geral antes da revisão final.
A preparação para o ENAM também pode ser organizada com base em constância e revisão literal, como explica o material sobre aprovação e estudo de lei seca no exame nacional. O ponto central é evitar que a proximidade da prova transforme o cronograma em leitura passiva.
Como manter a legislação em revisão?
A legislação federal precisa permanecer em contato frequente até a prova. A carreira de juiz exige transitar entre normas constitucionais, processuais e materiais. O candidato deve adaptar a frequência das revisões aos próprios erros, não apenas ao calendário.
Uma rotina funcional alterna leitura seca, questões e retomada dos dispositivos errados. A questão serve para testar aplicação, enquanto o texto legal confirma a redação que a banca pode explorar.
O calendário do concurso permite trabalhar com metas semanais, mas cada meta deve ser mensurável. Em vez de registrar apenas “estudar Direito”, anote a norma, os artigos lidos, as questões resolvidas e os erros encontrados.
Esse método também evita a falsa sensação de domínio produzida por releituras rápidas. Quando a resposta depende da literalidade, reconhecer o tema não basta. É preciso lembrar a condição, a exceção e o efeito previsto.
Como estudar com a assinatura ilimitada?
A retificação mostra que pequenas mudanças de redação podem alterar a classificação de um grupo inteiro. Por isso, a preparação precisa combinar legislação federal, revisão frequente e contato com questões. Não é possível depender de um material criado exclusivamente para este certame.
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