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Última Atualização em 9 de setembro de 2026

Concurso PGFN reúne 50 vagas previstas em uma seleção unificada das carreiras jurídicas da Advocacia-Geral da União (AGU), ainda em negociação com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). A preparação precisa concentrar Direito Tributário, Direito Financeiro, Direito Constitucional e Processo Civil. O panorama anterior das vagas e da legislação da carreira ajuda a organizar esse ponto de partida.

Até a publicação das regras definitivas, o estudo pode partir do último edital e do desenho anunciado. A seguir, estão os dados conhecidos, os requisitos informados, as etapas anteriores e um roteiro de lei seca para reduzir dispersão.

DadoDetalhe
ÓrgãoProcuradoria-Geral da Fazenda Nacional, vinculada à AGU
ModeloSeleção unificada das carreiras jurídicas da AGU
Vagas previstas50 para Procurador da Fazenda Nacional
RemuneraçãoSubsídio inicial previsto de R$ 27.264,30 em 2026
Requisitos informadosBacharelado em Direito, inscrição na OAB e dois anos de prática forense
Última seleçãoEdital de 2022, com prova objetiva de 100 questões

O que foi anunciado para a carreira?

A AGU prepara uma nova seleção para Procurador da Fazenda Nacional, com negociação final junto ao MGI. O anúncio inclui a carreira fazendária em um concurso unificado com outros ramos da advocacia pública federal.

O cenário das carreiras jurídicas da AGU também contempla Procurador Federal, Procurador do Banco Central e Advogado da União. Para a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), a previsão divulgada é de 50 vagas, enquanto a banca e o cronograma ainda não foram informados.

O último certame ocorreu em 2022, com oferta de 100 vagas para cadastro de reserva. A validade terminou em maio de 2026, o que explica a atenção concentrada na próxima seleção e no possível formato integrado.

Como funcionará o modelo unificado?

O modelo unificado reúne carreiras jurídicas federais em uma estrutura comum, mas preserva a escolha profissional de cada candidato. A proposta anunciada exige a indicação da carreira pretendida já no momento da inscrição.

Essa regra reduz a migração posterior de aprovados entre órgãos, problema que motivou a mudança do formato. O possível formato do edital unificado ajuda a entender por que a decisão inicial terá peso estratégico.

Também foi indicada a realização de provas em datas específicas para cada carreira. O edital definitivo deverá esclarecer a divisão entre conteúdos comuns, matérias próprias e eventuais diferenças nas etapas.

Quantas vagas e qual remuneração?

A seleção em preparação prevê 50 vagas para Procurador da Fazenda Nacional, segundo o anúncio atribuído à AGU. A remuneração segue a estrutura de subsídio das carreiras da Advocacia Pública Federal, sem indicação de auxílios separados no material divulgado.

Para 2026, a referência inicial informada corresponde à segunda classe. A reestruturação também altera os valores das classes superiores, formando a seguinte escala:

  • Classe especial: subsídio de R$ 29.761,03 em 2025 e R$ 35.423,96 em 2026;
  • Primeira classe: subsídio de R$ 26.319,79 em 2025 e R$ 31.327,92 em 2026;
  • Segunda classe: subsídio de R$ 24.967,31 em 2025 e R$ 27.264,30 em 2026.

A diferença entre subsídio inicial e valores das classes seguintes impede uma leitura apressada da remuneração. O histórico de vagas e remuneração da carreira serve como referência para acompanhar a evolução do cargo.

Quais requisitos foram informados?

O candidato à carreira precisa comprovar formação jurídica, inscrição profissional e experiência prática. Esses requisitos aparecem associados ao cargo de Procurador da Fazenda Nacional e devem ser detalhados no edital da nova seleção.

As condições informadas são:

  • Bacharelado em Direito, obtido em instituição oficial ou reconhecida pelo Ministério da Educação;
  • Inscrição regular na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
  • Dois anos de prática forense, conforme as regras aplicáveis à carreira.

A prática forense pode abranger atividades jurídicas diferentes da advocacia tradicional. Entre os exemplos mencionados para a carreira, estão:

  • Exercício da advocacia, consultoria, assessoramento ou direção jurídica com inscrição na OAB;
  • Cargo, emprego ou função pública privativa de bacharel em Direito;
  • Atuação jurídica em consultoria, assessoramento ou direção com atribuições predominantemente jurídicas;
  • Estágio de pós-graduação em Direito nos órgãos da AGU ou estágio previsto no edital;
  • Estágio regular e supervisionado durante o curso de Direito, conforme a legislação aplicável;
  • Atividade de conciliador em tribunais, juizados especiais ou varas judiciais.

A análise dos requisitos para as carreiras da AGU ajuda a separar escolaridade, OAB e prática forense, três pontos que não devem ser tratados como uma única exigência.

Como foram as etapas anteriores?

O edital de 2022 organizou a seleção em prova objetiva, provas discursivas, inscrição definitiva, prova oral e sindicância de vida pregressa. A estrutura revela uma cobrança progressiva, que começa na literalidade e termina na argumentação jurídica.

A prova objetiva teve 100 questões em cinco horas, valendo 100 pontos, e foi dividida assim:

GrupoQuestõesDisciplinas
Grupo I34Direito Tributário, Direito Financeiro e Econômico e Direito da Seguridade Social
Grupo II34Direito Processual Civil, Direito Civil, Direito Empresarial, Direito Penal e Processual Penal, Direito do Trabalho e Processual do Trabalho
Grupo III32Direito Constitucional, Direito Administrativo e Direito Internacional Público

As provas discursivas ocorreram em oito e nove de julho de 2023. Cada avaliação teve cinco horas de duração. Houve parecer e questões do Grupo I, peça judicial envolvendo os Grupos I e II, além de dissertação e questões relacionadas aos Grupos I e III.

Na inscrição definitiva, foram convocados 375 candidatos da ampla concorrência, 25 pessoas com deficiência e 100 candidatos negros. A prova oral valeu 100 pontos e durou até 25 minutos por candidato. Eliminou quem obteve menos de 50 pontos.

A sindicância de vida pregressa exigiu certidões criminais, folhas de antecedentes, certidões de protesto e de execução cível, além de declarações sobre residência e histórico pessoal. O panorama das etapas e funções de Procurador ajuda a dimensionar a preparação além da prova objetiva.

Quais leis merecem prioridade?

A legislação prioritária deve seguir os grupos do último edital, porque a distribuição das disciplinas indica onde a leitura literal encontra maior utilidade. A cobertura anterior da carreira e da lei seca complementa esse mapeamento sem substituir a atualização do próximo edital.

O núcleo inicial pode ser organizado em quatro frentes:

  1. Direito Tributário: leia a Constituição Federal nas regras tributárias e o Código Tributário Nacional, relacionando conceitos, competências e limitações;
  2. Direito Financeiro e Econômico: revise normas sobre orçamento, responsabilidade fiscal, crédito público e atuação econômica do Estado;
  3. Direito Processual Civil: priorize os dispositivos sobre execução, defesa da Fazenda Pública, prazos, recursos e formação da coisa julgada;
  4. Direito Constitucional e Administrativo: consolide organização estatal, princípios administrativos, controle e representação judicial da União.

O estudo deve partir do texto legal, avançar para questões e voltar aos dispositivos errados. Para consultar a redação oficial das normas federais, utilize o acervo oficial da legislação federal, mantendo a versão atualizada no ciclo de revisão.

Como estudar antes do edital?

Antes do novo edital, o candidato pode transformar o programa anterior em mapa de revisão, sem tratar cada disciplina como um bloco isolado. A prioridade deve acompanhar a relação entre cobrança objetiva, discursiva e oral.

  1. Separe as matérias por grupo e marque os dispositivos que aparecem em mais de uma etapa;
  2. Leia a lei seca em blocos curtos, registrando exceções, prazos, competências e hipóteses de cabimento;
  3. Resolva questões depois da leitura, classificando cada erro por desconhecimento, confusão ou desatenção;
  4. Reserve revisões específicas para parecer, peça judicial, dissertação e resposta oral, pois cada formato exige uma habilidade;
  5. Após a publicação do edital, compare o programa novo com o mapa anterior e retire conteúdos que perderem pertinência.

A comparação entre uma plataforma de legislação e o estudo por PDF pode ser feita por retenção, velocidade de consulta e facilidade de revisão. Esses critérios aparecem no artigo sobre plataforma de lei seca versus PDF, uma decisão que ganha peso quando o volume de normas aumenta.

Qual é o próximo passo?

A preparação para uma carreira fazendária exige constância, porque o conteúdo tributário se conecta ao financeiro, ao constitucional e ao processual. O candidato que espera o edital para iniciar a leitura literal começa justamente quando a concorrência passa a acelerar.

Organize agora o programa anterior, acompanhe a publicação das regras e mantenha a revisão concentrada na legislação federal. Para quem está se preparando para o concurso PGFN com foco na lei seca, conheça a assinatura ilimitada do Decorando a Lei Seca e escolha uma rotina compatível com a fase atual da seleção.

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Decorando a Lei Seca

Decora é um cérebro simpático e cheio de sabedoria, dedicado a tornar o aprendizado da Lei Seca mais acessível e divertido. Com um método inovador de memorização, ele transforma conceitos complexos em algo simples e criativo, ajudando estudantes a superarem os desafios do mundo dos concursos. Sua jornada como mentor e guia educacional o tornou uma lenda no mundo jurídico, sempre com o objetivo de tornar o estudo mais leve e eficaz para todos.