Última Atualização em 16 de julho de 2026
O ENAC 2026.1 teve gabarito definitivo e resultado preliminar da prova objetiva divulgados pelo Conselho Nacional de Justiça, em etapa que define a classificação preliminar dos candidatos no exame. Como a avaliação é de etapa única, o desempenho na objetiva concentra a atenção de quem busca habilitação para disputar futuras delegações de notas e registros.
| Dado | Detalhe |
|---|---|
| Exame | 3º Exame Nacional dos Cartórios, edição 2026.1 |
| Órgão | Conselho Nacional de Justiça |
| Banca organizadora | Fundação Getúlio Vargas, FGV |
| Escolaridade | Bacharelado em Direito |
| Inscrições | De 19 de fevereiro a 23 de março de 2026 |
| Taxa | R$ 150,00 |
| Prova objetiva | 14 de junho de 2026 |
| Recursos | Até 17 de julho de 2026 |
ENAC: resultado preliminar divulgado pelo CNJ
O resultado preliminar do ENAC foi publicado pelo CNJ junto do gabarito definitivo da prova objetiva. Portanto, o candidato deve observar a lista preliminar e, se houver necessidade, usar o prazo de recurso indicado no edital de abertura.
O ENAC é um exame nacional de habilitação exigido para a inscrição em concursos públicos de cartórios, conforme as regras aplicáveis aos certames de delegação. Ou seja, o exame não oferece vagas, não tem salário e não define serventia. Ele funciona como uma etapa prévia para quem pretende disputar concursos de cartório organizados pelos tribunais de justiça.
Essa diferença é importante. Afinal, muitos candidatos pesquisam “concurso cartório” e acabam tratando o exame como se fosse a própria disputa por delegações. Para entender melhor essa separação, vale comparar o exame nacional com os editais estaduais já acompanhados no blog, como o guia sobre critérios de delegação em cartório.
ENAC 2026.1 e o gabarito definitivo da objetiva
O gabarito definitivo substitui a versão preliminar divulgada após a prova. Assim, a classificação preliminar passa a refletir o desempenho calculado depois da análise das impugnações ao gabarito preliminar, sem nova fase avaliativa dentro do próprio exame.
Para quem acompanhou a prova desde a publicação do gabarito inicial, o ponto prático agora é simples: conferir a situação individual no ambiente oficial do CNJ e avaliar se cabe recurso contra o resultado preliminar. Além disso, quem ainda está organizando a preparação para próximas edições pode revisar o histórico de prazos no post sobre gabarito preliminar do ENAC.
Segundo o cronograma divulgado, os recursos contra o resultado preliminar podem ser apresentados até 17 de julho de 2026. O procedimento deve ser realizado no endereço eletrônico oficial do CNJ para o Exame Nacional dos Cartórios: página oficial do ENAC no CNJ.
O que fazer depois do resultado preliminar do ENAC
Depois do resultado preliminar do ENAC, a prioridade muda. Antes, o candidato discutia questões e alternativas. Agora, a atenção deve ir para a conferência do desempenho, para o prazo recursal e para o planejamento do próximo passo na carreira notarial e registral.
Confira uma ordem objetiva para evitar perda de prazo:
- acesse a página oficial do CNJ e confira o resultado preliminar;
- verifique se há motivo concreto para recurso até 17 de julho de 2026;
- salve os comprovantes e documentos pertinentes ao acompanhamento do exame;
- acompanhe a publicação do resultado definitivo após a análise dos recursos;
- em seguida, organize a preparação para os concursos de delegação que exigem habilitação.
Esse último item merece cuidado. Como o ENAC é pré-requisito, a aprovação não encerra a jornada. Pelo contrário, ela abre espaço para mirar os editais estaduais. Por isso, o leitor que já pensa em serventias deve acompanhar também análises como a de escolha de serventia em concurso de cartório.
Como ajustar a lei seca após o ENAC
A divulgação do resultado preliminar do ENAC também ajuda a medir o retorno da preparação. Se a prova foi bem, o próximo ciclo deve mirar os concursos estaduais. Porém, se o desempenho ficou abaixo do esperado, a revisão precisa sair da leitura solta e virar rotina mensurável.
Em provas de cartório, a lei seca tem peso evidente porque grande parte da cobrança nasce da literalidade da norma, sobretudo em temas de Direito Notarial e Registral, Direito Civil, Direito Administrativo e regras institucionais. Ainda assim, estudar tudo com a mesma intensidade costuma ser pouco eficiente.
Uma estratégia mais segura é separar o estudo em blocos:
- Normas estruturantes, com leitura literal e revisão frequente;
- Pontos de erro, extraídos da prova objetiva e de simulados;
- Temas de cartório, conectando legislação especial e prática registral;
- Ciclo de revisão, com retornos curtos para não deixar a lei seca para a última semana.
Além disso, quem pretende continuar no eixo de cartórios pode acompanhar os movimentos regulatórios que afetam editais estaduais, como a análise sobre o grupo do CNJ para revisar regras de cartório. Essa leitura evita estudar de costas para o calendário.
ENAC e próximos editais de cartório
O ENAC deve ser visto como uma porta de entrada para uma preparação mais longa. Depois do resultado definitivo, o candidato habilitado passa a olhar com mais atenção para editais estaduais, critérios de delegação e etapas próprias de cada tribunal.
Por outro lado, quem ainda não alcançou o desempenho mínimo não deve transformar o resultado em diagnóstico emocional. O melhor uso do resultado é técnico: identificar matérias frágeis, refazer questões, separar artigos legais recorrentes e ajustar o ciclo de revisão. Para próximos editais, também faz sentido monitorar conteúdos de calendário, como o guia sobre previsão do ENAC 2026.2.
Se a meta é dominar a legislação cobrada em exames e concursos de cartório como o ENAC, a assinatura do Decorando a Lei Seca pode funcionar como apoio geral para organizar leitura literal, revisão e fixação da norma. Conheça as opções disponíveis em assinaturas do Decorando a Lei Seca.








