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Última Atualização em 16 de setembro de 2026

O ENAM voltou ao centro da preparação para a magistratura, especialmente para quem acompanha o caminho para juiz federal, porque o CNJ iniciou o julgamento de um pedido que pode reduzir a nota de corte do exame.

A discussão importa muito. Afinal, o Exame Nacional da Magistratura funciona como etapa de habilitação prévia para ingresso na carreira, mas não oferece vagas, cargos, salário ou lotação. Portanto, o efeito prático recai sobre quem precisa obter o certificado para seguir nos concursos de juiz.

Exame

Exame Nacional da Magistratura

Órgão em análise

Conselho Nacional de Justiça

Processo

Pedido de Providências 0009169-64.2025.2.00.0000

Situação atual

julgamento virtual de recurso administrativo iniciado em 23 de junho de 2026

Formato da prova

80 questões objetivas

Nota mínima atual

70% na ampla concorrência

Proposta discutida

redução para 60% na ampla concorrência e revisão da matriz de disciplinas

ENAM: o que está em julgamento no CNJ

O ponto central é um pedido que questiona a aplicação das regras do ENAM aos candidatos da área trabalhista. Além disso, a petição discute a nota mínima de aprovação e a distribuição das disciplinas dentro da prova objetiva.

Segundo o debate levado ao CNJ, a prova tem 80 questões objetivas, mas reserva poucas questões para Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho. Por outro lado, exige Direito Penal, matéria que não tem relação direta com a atuação típica da Justiça do Trabalho.

Esse recorte muda a forma de estudar. Quem mira tribunais estaduais, federais ou trabalhistas precisa entender a diferença entre habilitação nacional e concurso local, como ocorre em análises de magistratura, a exemplo do guia de juiz substituto do TJAL.

Por que a nota de corte do ENAM pesa tanto

A discussão sobre a nota de corte não é detalhe estatístico. Na edição 2025.2, apenas 1,93% dos candidatos da ampla concorrência obtiveram a habilitação, conforme os dados citados no processo. Isso impressiona, mas também exige cuidado: reduzir a nota pode ampliar o número de habilitados, sem tornar a carreira menos exigente.

Na prática, uma nota mínima de 60% poderia levar mais candidatos às etapas posteriores dos concursos de magistratura. Assim, a disputa ficaria mais concentrada nas fases discursivas, na prova de sentença e nos critérios próprios de cada tribunal.

Por isso, o candidato não deve tratar a possível mudança como folga. Pelo contrário, ela pode aumentar a concorrência qualificada. Para entender essa lógica de posição relativa, vale observar como rankings e cortes afetam a estratégia no concurso TJ SC, ainda que ali se trate de certame específico.

O que pode mudar para a Justiça do Trabalho

Há três pedidos principais em discussão: afastar a obrigatoriedade do exame para a Justiça do Trabalho, reduzir a nota mínima para 60% caso a exigência permaneça e ajustar a matriz para incluir mais conteúdo trabalhista. Ademais, foi citado o déficit de 68 magistrados no TRT da 1ª Região como um dos sinais do problema.

Também aparece no debate a comparação com o Exame Nacional dos Cartórios, que teve redução de nota de corte após alto índice de reprovação. Ainda assim, o ENAM tem finalidade própria e deve ser acompanhado pelo candidato como etapa de habilitação para magistratura.

Enquanto o CNJ decide, a preparação deve continuar com foco no edital do exame e nas provas de juiz que virão depois. Para quem alterna entre exames nacionais e concursos jurídicos, a leitura do ENAC dentro do concurso de cartório ajuda a comparar como essas habilitações funcionam.

ENAM e lei seca: como ajustar o estudo agora

A pior reação seria paralisar o estudo esperando a decisão. Primeiro, porque ainda não há resultado definitivo. Depois, porque a lei seca continua sendo o núcleo de retorno por hora de estudo em provas objetivas jurídicas.

Priorize três movimentos. Revise a matriz atual do ENAM, mantenha leitura ativa dos artigos mais cobrados em Constitucional, Administrativo, Civil, Processo Civil, Penal e Processo Penal e, ao mesmo tempo, abra espaço para Direito do Trabalho e Processo do Trabalho se a sua rota inclui TRTs.

Além disso, organize um ciclo que não dependa de aposta única. Um plano de leitura por blocos, com revisão curta e marcação de artigos problemáticos, evita retrabalho. Se o seu edital-alvo mudar de repente, o roteiro de plano de ataque à lei seca em 30 dias serve como base para redistribuir tempo sem recomeçar do zero.

Como acompanhar a decisão sem perder ritmo

Acompanhe o julgamento virtual do CNJ, mas não transforme acompanhamento processual em estudo. Em suma, a decisão pode mudar o corte ou a matriz, porém o candidato que chega mais seguro é aquele que já mantém constância na literalidade da lei.

Também vale revisar sua ferramenta de estudo. Uma plataforma boa precisa permitir recorte por disciplina, controle de revisão e avanço real sobre a legislação. Nesse ponto, o artigo sobre plataforma de lei seca para tribunal ajuda a separar método útil de acúmulo de PDF sem direção.

Para manter o ENAM no radar sem abandonar a preparação para magistratura, conte com a assinatura geral do Decorando a lei seca para organizar a leitura da legislação cobrada em concursos jurídicos e exames de habilitação. Confira os detalhes e veja como encaixar esse método na sua rotina pela assinatura do Decorando a lei seca.

Nota sobre nossos materiais: A base da nossa plataforma é a legislação federal, o verdadeiro “núcleo duro” de qualquer concurso. Como criamos trilhas focadas constantemente, verifique em nosso site se já disponibilizamos um roteiro específico para este concurso. Caso não tenha uma trilha dedicada, você ainda pode utilizar nossa assinatura ilimitada para dominar as disciplinas federais que representam a maior parte da sua nota.

Decorando a Lei Seca

Decora é um cérebro simpático e cheio de sabedoria, dedicado a tornar o aprendizado da Lei Seca mais acessível e divertido. Com um método inovador de memorização, ele transforma conceitos complexos em algo simples e criativo, ajudando estudantes a superarem os desafios do mundo dos concursos. Sua jornada como mentor e guia educacional o tornou uma lenda no mundo jurídico, sempre com o objetivo de tornar o estudo mais leve e eficaz para todos.