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Última Atualização em 7 de agosto de 2026

O Concurso Delegado PF teve o resultado final da avaliação psicológica divulgado em 7 de agosto de 2026. A etapa integra a seleção para 120 vagas de Delegado Federal e aparece depois da prova oral, do teste físico, da investigação social e das avaliações médicas. Para entender a sequência completa do certame, consulte também o guia sobre as fases dos concursos para delegado.

O resultado atualiza a situação dos candidatos convocados para as etapas finais, enquanto o curso de formação profissional permanece como referência para a continuidade da seleção. Esta cobertura reúne datas, remuneração, requisitos, fases e prioridades de legislação, permitindo ajustar a preparação com mais precisão.

Dado

Detalhe

Órgão

Polícia Federal

Banca

Cebraspe

Cargo

Delegado de Polícia Federal

Vagas

120

Escolaridade

Bacharelado em Direito

Remuneração inicial

R$ 27.831,70 a partir de maio de 2026

Taxa de inscrição

R$ 250,00

Inscrições

De 26 de maio a 17 de junho de 2025

Provas objetiva e discursiva

27 de julho de 2025

Com a avaliação psicológica concluída, o foco deixa de ser apenas a prova escrita e passa a envolver os atos finais previstos no edital. O candidato precisa acompanhar cada publicação, porque uma etapa eliminatória exige atenção documental e cumprimento rigoroso das convocações.

Resultado atualiza a fase psicológica

O resultado final da avaliação psicológica substitui a condição provisória divulgada em 15 de julho de 2026. Segundo o cronograma publicado para a seleção, a divulgação ocorreu em 7 de agosto, depois da convocação para o curso de formação profissional, registrada em 28 de abril.

A avaliação psicológica verifica a adequação do candidato aos requisitos do cargo, conforme os critérios definidos no edital. O resultado final encerra a possibilidade de recurso dentro daquela etapa, mas não elimina a necessidade de acompanhar as convocações seguintes.

O histórico recente inclui o resultado definitivo da prova oral e a convocação para a avaliação psicológica, publicados em 19 de janeiro de 2026. A sequência confirma que a seleção avançou por blocos sucessivos, com atos próprios para cada fase.

  • Prova objetiva e discursiva: aplicadas em 27 de julho de 2025;
  • Teste de aptidão física e investigação social: resultados finais publicados em 6 de outubro de 2025;
  • Prova oral: resultado definitivo divulgado em 19 de janeiro de 2026;
  • Avaliação psicológica: resultado final divulgado em 7 de agosto de 2026.

O candidato deve guardar as publicações e os comprovantes de cada convocação, pois a seleção ainda depende do cumprimento das etapas finais. A organização documental reduz o risco de perder prazo por uma falha que não tem relação com o desempenho jurídico.

Curso de formação orienta a sequência

O curso de formação profissional aparece como uma das referências centrais da etapa final. A convocação foi registrada em 28 de abril de 2026, antes da divulgação do resultado definitivo da avaliação psicológica. Por isso, o candidato deve observar as regras específicas de cada ato.

Também foi divulgada, em abril, uma minuta indicando autorização para o provimento de 61 candidatos excedentes aprovados no edital de 2025. A nomeação dependia da assinatura presidencial, portanto a minuta não equivale, por si só, a uma convocação efetiva.

Essa distinção interessa a quem acompanha o certame pela quantidade de oportunidades. Vaga prevista no edital, excedente autorizado e nomeação publicada são situações diferentes, com efeitos próprios para a classificação.

Para acompanhar a relação entre convocação, curso de formação e demais etapas, vale consultar a cobertura sobre a convocação para o curso de formação. A leitura ajuda a separar o que já foi publicado do que ainda depende de ato posterior.

Remuneração mudou em maio de 2026

A remuneração do cargo passou por reestruturação prevista na Lei nº 14.875/2024. O texto estabeleceu parcelas de reajuste para carreiras da Polícia Federal. As alterações ocorreram em agosto de 2024, maio de 2025 e maio de 2026.

Para a data atual, a terceira classe apresenta remuneração de R$ 27.831,70. Os demais valores informados para a carreira são:

  • Terceira classe: R$ 27.831,70;
  • Segunda classe: R$ 30.886,46;
  • Primeira classe: R$ 35.377,35;
  • Classe especial: R$ 41.350,00.

O edital também informa benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.000,00, auxílio-saúde de R$ 215,00 e assistência pré-escolar de R$ 484,90. A lotação em regiões de fronteira possui indenização específica de R$ 91,00 por dia de trabalho, conforme a regra indicada para a carreira.

O valor remuneratório explica a concorrência, mas não deve substituir a análise das exigências legais. A carreira combina alta responsabilidade funcional, formação jurídica e filtros eliminatórios em várias fases.

Requisitos exigem formação e experiência

O cargo exige diploma registrado de bacharel em Direito e três anos de atividade jurídica ou policial. Também é necessária carteira nacional de habilitação, no mínimo na categoria B. O candidato precisa ter mais de 18 anos na matrícula do curso de formação.

O edital considera atividade jurídica aquela exercida exclusivamente por bacharel em Direito. Isso inclui a advocacia efetiva, funções que exijam conhecimento jurídico predominante e atividades de conciliação, mediação ou arbitragem.

Na advocacia, a regra exige participação anual mínima em cinco atos privativos, envolvendo causas ou questões distintas. Para conciliação, mediação e arbitragem, há referência a 16 horas mensais durante um ano.

A atividade policial pode ser comprovada pelo exercício de cargo público de natureza policial na Polícia Federal, na Polícia Rodoviária Federal, nas polícias civis ou na polícia penal. O tempo militar nas Forças Armadas, polícias militares e corpos de bombeiros militares também aparece entre as hipóteses.

  • Formação: bacharelado em Direito por instituição reconhecida;
  • Experiência: três anos de atividade jurídica ou policial;
  • Habilitação: carteira de motorista na categoria B, no mínimo;
  • Idade: mais de 18 anos na matrícula do curso de formação.

Os períodos jurídico e policial podem ser somados, desde que atendam às condições do edital. A comprovação merece revisão antecipada, principalmente para quem depende de documentos profissionais ou certidões de diferentes órgãos.

Etapas cobram preparo além da lei

A seleção reúne prova objetiva, prova discursiva, teste físico, investigação social, avaliações médicas, prova oral, avaliação de títulos, avaliação psicológica e curso de formação profissional. Cada fase mede uma dimensão diferente da aptidão para o cargo.

A aprovação jurídica, portanto, precisa caminhar com condicionamento físico, documentação regular e controle emocional. A avaliação psicológica segue procedimentos e parâmetros previstos no edital. Não se trata de uma disputa subjetiva sem critérios.

O candidato que chegou às fases finais deve evitar dois erros. O primeiro é abandonar a revisão legal depois da prova escrita. O segundo é tratar convocações e documentos como tarefas secundárias. Falhas formais podem eliminar uma candidatura.

Para adaptar o estudo ao perfil da banca, leia também a análise sobre estratégias conforme a banca examinadora. O Cebraspe exige leitura cuidadosa, porque a cobrança pode explorar exceções, conceitos próximos e alterações recentes.

Lei seca continua no centro da preparação

A prova já foi aplicada, mas a legislação continua relevante para quem acompanha convocações, forma uma base para próximos editais ou precisa consolidar a carreira policial. O estudo deve partir do texto vigente e avançar para questões que testem sua aplicação.

Na preparação para Delegado Federal, a revisão pode priorizar os blocos abaixo, sempre conforme o conteúdo do edital:

  • Direito Penal: tipos penais, concurso de crimes, aplicação da lei penal e legislação especial;
  • Direito Processual Penal: investigação, provas, medidas cautelares e competência;
  • Direito Constitucional: direitos fundamentais, segurança pública e organização do Estado;
  • Direito Administrativo: poderes, atos, agentes públicos e responsabilidade estatal;
  • Legislação policial: normas institucionais e regras diretamente relacionadas à atuação federal.

O método mais seguro combina leitura literal, marcação de exceções e resolução de questões. Depois de cada bloco, registre os artigos confundidos e refaça a leitura sem consultar o comentário.

O edital é o ponto de controle para confirmar disciplinas, pesos e critérios específicos. A banca pode cobrar a literalidade de uma regra, mas também pode testar a consequência jurídica de sua aplicação em um caso concreto.

Inscrições e concorrência ficaram para trás

O período de inscrição ocorreu entre 26 de maio e 17 de junho de 2025, com taxa de R$ 250,00. A organização ficou a cargo do Cebraspe, responsável pela página oficial do certame e pelas publicações da seleção.

Segundo o levantamento de demanda divulgado para o concurso, foram 20.533 inscritos, com 171,11 candidatos por vaga. O número traduz a pressão da disputa, embora a aprovação dependa da classificação e do desempenho em todas as etapas.

Como as inscrições e as provas já foram encerradas, o interesse atual está nos resultados, nas convocações e na formação profissional. Para quem ainda não disputa esta edição, o melhor uso do calendário é transformar a movimentação em preparação para oportunidades federais futuras.

Como manter o estudo depois do resultado

O resultado da avaliação psicológica encerra uma etapa, mas não autoriza o candidato a interromper o acompanhamento do certame. Publicações posteriores podem alterar a posição prática de cada concorrente. Isso vale especialmente quando envolvem curso de formação e nomeações.

Na revisão, mantenha um ciclo curto de leitura legal, questões e retomada dos erros. O objetivo é preservar a memória dos dispositivos mais cobrados sem abandonar os temas que costumam aparecer em carreiras policiais.

Para organizar essa rotina com legislação federal, o Decorando a Lei Seca apresenta sua oferta de forma geral, sem separar o serviço por concurso. A assinatura ilimitada permite conhecer a estrutura disponível para revisar normas cobradas em diferentes seleções jurídicas.

Quem acompanha o Concurso Delegado PF nesta fase pode usar o tempo restante para consolidar a legislação federal cobrada na carreira. Consulte a página da assinatura ilimitada e organize a revisão das normas que sustentam sua próxima prova.

Nota sobre nossos materiais: A base da nossa plataforma é a legislação federal, o verdadeiro ‘núcleo duro’ de qualquer concurso. Como criamos trilhas focadas constantemente, verifique em nosso site se já disponibilizamos um roteiro específico para este concurso. Caso não tenha uma trilha dedicada, você ainda pode utilizar nossa assinatura ilimitada para dominar as disciplinas federais que representam a maior parte da sua nota.

Decorando a Lei Seca

Decora é um cérebro simpático e cheio de sabedoria, dedicado a tornar o aprendizado da Lei Seca mais acessível e divertido. Com um método inovador de memorização, ele transforma conceitos complexos em algo simples e criativo, ajudando estudantes a superarem os desafios do mundo dos concursos. Sua jornada como mentor e guia educacional o tornou uma lenda no mundo jurídico, sempre com o objetivo de tornar o estudo mais leve e eficaz para todos.