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Última Atualização em 6 de agosto de 2026

O concurso PGM Manaus oferece 6 vagas para Procurador do Município de 3ª Classe, salário inicial de R$ 29.009,10, organização da FCC e prova objetiva marcada para 20 de setembro de 2026. A preparação precisa combinar a leitura do edital com a priorização das disciplinas e dos dispositivos legais que mais pesam na primeira fase.

As inscrições terminaram em 4 de agosto, mas o cronograma ainda exige atenção: a prova discursiva está prevista para 29 de novembro e 6 de dezembro de 2026. A seguir, estão os dados do certame, a distribuição das questões e um roteiro para transformar a legislação federal em revisão objetiva, sem deixar de lado as normas municipais exigidas pelo edital.

Dado

Detalhe

Órgão

Procuradoria-Geral do Município de Manaus

Cargo

Procurador do Município de 3ª Classe

Banca

Fundação Carlos Chagas, FCC

Vagas

6 vagas imediatas e cadastro de reserva

Remuneração inicial

R$ 29.009,10

Inscrições

De 6 de julho a 4 de agosto de 2026

Taxa

R$ 380, com pagamento até 5 de agosto de 2026

Prova objetiva

20 de setembro de 2026

Provas discursivas

29 de novembro e 6 de dezembro de 2026

O edital do concurso PGM Manaus concentra a primeira triagem em 100 questões

Segundo o edital publicado em 2 de julho de 2026, a prova objetiva terá 100 questões de múltipla escolha, duração de 5 horas e pontuação de 0 a 100. A etapa será eliminatória e classificatória, e o candidato precisará alcançar 60 pontos para ser habilitado.

A distribuição das questões mostra onde a revisão pode gerar mais retorno. Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Tributário e Direito Processual Civil aparecem com 15 questões cada. Juntas, essas quatro disciplinas representam 60% da prova objetiva. Esse dado deve orientar o tempo de estudo, embora não substitua a leitura dos demais capítulos do programa.

Quais disciplinas devem entrar primeiro no ciclo de lei seca?

A ordem abaixo é matemática, baseada na quantidade de questões informada pelo edital. Ela não equivale a uma taxa histórica de incidência da FCC. Para a reta final, serve como critério seguro de distribuição do tempo, especialmente quando o candidato ainda precisa fechar lacunas importantes.

Prioridade

Disciplina

Questões

1

Direito Constitucional

15

1

Direito Administrativo

15

1

Direito Tributário

15

1

Direito Processual Civil

15

2

Direito Financeiro e Orçamentário

7

2

Direito Civil

7

3

Direito Previdenciário

5

3

Direito Ambiental

5

4

Direito Empresarial

4

4

Direito do Trabalho

4

4

Direito Processual do Trabalho

4

4

Direito Municipal

4

O primeiro bloco merece leitura repetida dos dispositivos mais cobrados em procuradorias: princípios constitucionais, organização administrativa, atos e agentes públicos, crédito tributário, obrigações tributárias e regras processuais sobre competência, prazos e recursos. A leitura deve ser acompanhada por questões da FCC, porque a literalidade ganha sentido quando o candidato identifica a forma como a banca troca uma exceção, um prazo ou um requisito.

O guia sobre organização da lei seca para procuradorias pode ajudar a transformar essa divisão por disciplinas em um mapa de revisão. A prioridade, neste caso, nasce do edital, não de uma lista genérica de leis.

Como revisar a legislação sem confundir norma federal e regra municipal?

O edital inclui Direito Municipal entre as disciplinas da prova objetiva. Esse ponto exige uma separação prática: a legislação federal forma a base comum de muitas carreiras jurídicas, enquanto a lei orgânica, normas locais e demais regras próprias de Manaus precisam ser estudadas diretamente no conteúdo oficial do município.

O Decorando a Lei Seca trabalha com legislação federal. A plataforma não substitui o estudo da legislação específica de Manaus, que pode envolver normas municipais e deve ser conferida no edital e nos textos indicados para o cargo. Misturar os dois conjuntos gera uma falsa sensação de cobertura, justamente quando a preparação precisa ser precisa.

Um ciclo funcional para os dispositivos federais pode seguir quatro movimentos:

  1. Separar o programa: transforme cada disciplina em uma lista de leis, códigos, capítulos e temas expressamente previstos;
  2. Marcar os dispositivos: destaque conceitos, competências, prazos, quóruns, hipóteses de cabimento e exceções que aparecem na redação legal;
  3. Testar a literalidade: resolva questões da FCC e registre cada erro em um caderno próprio, sem copiar longos comentários;
  4. Revisar por erro: retorne ao texto legal que originou a falha e refaça a questão depois de um intervalo.

O método evita uma armadilha clássica: gastar horas em doutrina de baixa incidência e chegar à prova sem domínio do artigo que a banca transforma em alternativa falsa. Para quem alterna material digital e impresso, vale manter a mesma divisão de tópicos nos dois formatos. A organização precisa sobreviver ao suporte usado no dia.

Quais são as etapas depois da prova objetiva?

As provas discursivas ocorrerão em dois domingos, em 29 de novembro e 6 de dezembro de 2026. Cada prova terá 5 horas de duração, com uma peça processual ou parecer, valendo 40 pontos, e três questões discursivas, valendo 20 pontos cada. A etapa será eliminatória e classificatória.

A consulta a materiais será permitida conforme as regras de edital específico. Essa autorização não reduz a necessidade de domínio da lei seca. Em prova discursiva, o tempo gasto procurando um artigo, uma exceção ou a estrutura de uma peça pode comprometer a conclusão da resposta. A revisão deve preparar o candidato para localizar rapidamente a norma e aplicá-la ao problema apresentado.

A prova oral terá caráter eliminatório e classificatório, será realizada em sessão pública e abordará as disciplinas do conteúdo programático. A média mínima informada é de 60 pontos. A prova de títulos terá caráter classificatório, com limite de 10 pontos, e poderá considerar formação acadêmica, experiência profissional, aprovações em concursos jurídicos e publicações, conforme os critérios do edital.

  • Magistério superior jurídico: até 1,60 ponto;
  • Exercício efetivo da advocacia: até 1,60 ponto;
  • Cargo ou função privativa de bacharel em Direito: até 1,60 ponto;
  • Doutorado em Direito: 1,50 ponto;
  • Mestrado em Direito: 1,00 ponto;
  • Especialização em Direito com ao menos 360 horas: 0,50 ponto.

Os demais títulos previstos incluem aprovações em carreiras jurídicas, artigos e livros publicados. A pontuação é complementar. A preparação da prova objetiva e das discursivas continua sendo o centro da estratégia, porque é nessas fases que a legislação precisa aparecer com velocidade e precisão.

Quais requisitos e qual remuneração estão previstos para o cargo?

Segundo o edital, o cargo exige graduação em Direito reconhecida pelo MEC e inscrição regular na Ordem dos Advogados do Brasil. Também estão entre os requisitos gerais a idade mínima de 18 anos e a regularidade com as obrigações eleitorais.

A remuneração inicial de R$ 29.009,10 resulta de duas parcelas informadas para o cargo: vencimento de R$ 18.314,50 e gratificação de Procuratório de R$ 10.694,60. O valor explica a concorrência esperada, mas não deve deslocar o foco do estudo. Em uma seleção com apenas seis vagas imediatas, cada ponto da objetiva pode alterar a posição do candidato.

São cinco vagas para ampla concorrência e uma vaga reservada para pessoa com deficiência. O edital também prevê cadastro de reserva e reserva de 5% das vagas para candidatos com deficiência, conforme as regras aplicáveis. A leitura do capítulo de ações afirmativas é necessária para quem pretende concorrer nessa modalidade, porque os documentos e prazos seguem exigências próprias.

Como organizar a reta final até 20 de setembro?

O intervalo até a prova objetiva deve ser usado para consolidar as quatro disciplinas com 15 questões e impedir que as oito matérias restantes sejam abandonadas. Um plano simples, ajustado ao desempenho real, pode funcionar melhor do que uma grade fixa que ignora os erros.

  1. Faça um diagnóstico: resolva blocos separados por disciplina e registre percentual de acerto, temas esquecidos e erros de literalidade;
  2. Distribua o tempo pelo peso: reserve mais sessões para Constitucional, Administrativo, Tributário e Processo Civil, sem retirar contato semanal das demais matérias;
  3. Use revisão curta: releia artigos marcados, súmulas e exceções antes de abrir novos tópicos, sempre retornando às questões erradas;
  4. Simule as cinco horas: treine a prova objetiva com 100 questões e controle o tempo por bloco, sem esperar a semana da prova para testar resistência.

O calendário também pede uma decisão sobre a segunda fase. A preparação objetiva continua prioritária até setembro, mas a leitura de peças e pareceres não deve começar do zero depois do resultado. Quem já conhece os temas do edital chega à etapa discursiva com menos pressão e maior capacidade de organizar a resposta.

Como manter a legislação federal no centro da preparação?

O salário e a quantidade reduzida de vagas chamam atenção, mas a aprovação será construída no detalhe: uma competência lida corretamente, um prazo que não é confundido, uma exceção reconhecida na alternativa e uma resposta discursiva estruturada. O edital oferece o mapa; a revisão ativa transforma esse mapa em desempenho.

Para seguir estudando para o concurso PGM Manaus sem perder tempo entre versões dispersas da legislação federal, o Decorando a Lei Seca oferece uma solução geral para a rotina de concursos jurídicos. A assinatura ilimitada permite conhecer a proposta da plataforma e ver como a revisão da lei seca pode entrar no planejamento, sempre respeitando a necessidade de complementar o estudo com as normas municipais de Manaus.

Nota sobre nossos materiais: A base da nossa plataforma é a legislação federal, o verdadeiro ‘núcleo duro’ de qualquer concurso. Como criamos trilhas focadas constantemente, verifique em nosso site se já disponibilizamos um roteiro específico para este concurso. Caso não tenha uma trilha dedicada, você ainda pode utilizar nossa assinatura ilimitada para dominar as disciplinas federais que representam a maior parte da sua nota.

Decorando a Lei Seca

Decora é um cérebro simpático e cheio de sabedoria, dedicado a tornar o aprendizado da Lei Seca mais acessível e divertido. Com um método inovador de memorização, ele transforma conceitos complexos em algo simples e criativo, ajudando estudantes a superarem os desafios do mundo dos concursos. Sua jornada como mentor e guia educacional o tornou uma lenda no mundo jurídico, sempre com o objetivo de tornar o estudo mais leve e eficaz para todos.