Última Atualização em 28 de julho de 2026
O panorama de concursos Polícia Penal 2026 ganhou mais um capítulo: o Concurso Polícia Penal RN está com inscrições prorrogadas para 5 de agosto, oferta 260 vagas imediatas e cadastro de reserva, tem organização do Instituto Avalia e prova objetiva prevista para 13 de setembro de 2026.
O Concurso Polícia Penal RN é a seleção da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte para cargos de nível superior na carreira policial penal e na assistência penitenciária. Portanto, o candidato precisa tratar o edital como mapa de prioridade, especialmente nas disciplinas jurídicas e na lei seca.
| Dado | Detalhe |
|---|---|
| Órgão | Secretaria de Estado da Administração Penitenciária do RN |
| Banca | Instituto Avalia |
| Vagas | 260 imediatas, além de cadastro de reserva |
| Escolaridade | Nível superior |
| Inscrições | 22 de junho a 5 de agosto de 2026 |
| Taxa | R$ 130,00 |
| Pagamento | Até 7 de agosto de 2026 |
| Prova objetiva | 13 de setembro de 2026 |
Concurso Polícia Penal RN: datas e inscrições
As inscrições foram prorrogadas até 5 de agosto de 2026, com taxa de R$ 130,00 e pagamento permitido até 7 de agosto. Além disso, a prova objetiva está marcada para 13 de setembro, o que deixa uma janela curta para revisar legislação com método, algo comum em editais policiais como o concurso Polícia Penal MA.
Esse prazo resolve uma dor prática: quem ainda estava indeciso ganhou alguns dias. Porém, a prorrogação não muda a dificuldade da prova. O ganho real vem de trocar leitura solta por revisão orientada por edital.
Concurso Polícia Penal RN: cargos, vagas e salários
O edital reúne 260 vagas imediatas e cadastro de reserva. Para Policial Penal, são 140 vagas de ampla concorrência, 20 para PcD e 40 para reserva étnico-racial, com remuneração inicial de R$ 5.681,78. Já os cargos de Especialista em Assistência Penitenciária incluem Assistente Social, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional e Médico Psiquiatra.
Para especialistas, as remunerações informadas são de R$ 3.500,00 para Assistente Social, Psicólogo e Terapeuta Ocupacional, e R$ 4.081,49 para Médico Psiquiatra. Em comparação com outros editais estaduais, como o concurso Polícia Penal MG, a combinação de vagas, etapas e conteúdo jurídico exige atenção desde o início.
O cargo de Policial Penal exige diploma de nível superior em qualquer área, Carteira Nacional de Habilitação e idade entre 18 e 45 anos. Por outro lado, os cargos de especialista exigem formação específica e registro ativo no conselho profissional correspondente.
Prova objetiva: 100 questões e nota mínima
A prova objetiva terá 100 questões de múltipla escolha, com cinco alternativas e apenas uma resposta correta. Para aprovação, o candidato precisa alcançar 73 pontos e não pode zerar nenhuma área de conhecimento. Portanto, não basta dominar Direito Penal e Execução Penal, porque Português, História do RN, Ética e Direitos Humanos também podem eliminar.
Para Policial Penal, a distribuição concentra 15 questões em Execução Penal, 20 em Legislação Específica e 10 em Direito Penal e Processo Penal. Ainda assim, a melhor estratégia é conectar lei seca com questões, principalmente em temas de legislação penal especial mais cobrada, já que a banca costuma testar literalidade com situação-problema.
Também aparecem Ética no Serviço Público, com 5 questões, e Direitos Humanos, com 10. Assim, quem pesquisa ética no serviço público para concurso deve fugir de resumos genéricos e revisar os pontos expressos do conteúdo programático.
TAF e etapas eliminatórias para Policial Penal
O Teste de Aptidão Física será aplicado somente ao cargo de Policial Penal e terá caráter eliminatório. A avaliação prevê barra fixa, flexão abdominal em 60 segundos e corrida de 12 minutos. Para homens, os mínimos informados são 3 repetições na barra, 15 abdominais e 2.000 metros na corrida. Para mulheres, são 5 segundos de isometria, 10 abdominais e 1.600 metros.
Além disso, o edital prevê avaliação psicológica, exame toxicológico, investigação social e curso de formação para Policial Penal. Esse conjunto de etapas é típico de concursos públicos com fase policial, mas não autoriza negligenciar a objetiva: sem pontuação suficiente, o candidato nem chega às fases seguintes.
Concurso Polícia Penal RN: lei seca do edital
No estudo de reta final, a prioridade jurídica deve começar por Execução Penal, Legislação Específica, Direito Penal, Processo Penal, Direito Constitucional, Direito Administrativo e Direitos Humanos. Em seguida, vale encaixar revisões curtas de Ética no Serviço Público e dos conteúdos locais, porque a nota mínima exige equilíbrio.
A lógica é simples: o edital separa as áreas, mas a prova mistura conceitos. Por isso, a preparação por lei seca precisa ser verticalizada, como no roteiro de priorização de legislação por edital e banca. A pegadinha mais provável não é um tema raro; é errar o texto literal de um dispositivo que estava no programa.
Estude com método até a prova
Com inscrições prorrogadas, o candidato ganhou prazo, mas não ganhou tempo infinito. Dessa forma, a revisão precisa ser objetiva: leitura de dispositivos, marcação de pontos frágeis, questões e retorno ao texto legal. Se a dúvida for escolher entre material estático e estudo mais guiado, a comparação entre plataforma de lei seca e PDF ajuda a decidir com menos achismo.
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